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BeiraNews | Dezembro 10, 2019

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Instrumentistas de oito países na Covilhã no concurso de arco Júlio Cardona

Instrumentistas de oito países na Covilhã no concurso de arco Júlio Cardona
José Lagiosa

O concurso internacional de arco Júlio Cardona, que se realiza entre terça-feira e o dia 02 de abril, na Covilhã, contará com 16 instrumentistas de oito países, disse hoje à agência Lusa fonte da organização.

“Teremos as modalidades de violoncelo e violino e temos inscritos concorrentes de Portugal, Japão, Rússia, Brasil, Polónia, França, Finlândia e Itália”, especificou o maestro Campos Costa, delegado da Juventude Musical Portuguesa da Covilhã, que organiza, em parceria com a Câmara da Covilhã, a nona edição deste concurso.

Com duas décadas de existência, o concurso, que tinha lugar de dois em dois anos e que já não se realizava desde 2011, é agora retomado com o alto patrocínio da Presidência da República.

“Este evento era já uma marca indiscutível não só da cultura covilhanense como de todo o país e por isso mesmo tinha de ser preservada. Estamos a falar de um concurso que leva o nome da Covilhã além-fronteiras”, explicou o vereador da Cultura naquele município serrano, Jorge Torrão.

Este responsável também sublinhou o facto de o concurso se afirmar igualmente como uma homenagem que “perpetua o nome de Júlio Cardona, que mais do que um covilhanense de reconhecido mérito é uma figura insigne da música nacional”.

Segundo os promotores, esta nona edição terá também moldes diferentes, já que contou com uma pré-seleção dos candidatos através de provas realizadas nas escolas e academias de música de origem, o que, garantem, não retirará qualquer valor ao certame.

“O que interessa não é a quantidade e sim a qualidade de cada participante e a julgar pelos currículos dos inscritos teremos instrumentistas de destacado valor”, sublinhou o maestro Campos Costa, que também destaca o “prestígio” quer do concurso, quer dos concorrentes.

Os prémios serão atribuídos de acordo com cada modalidade (violino e violoncelo): o primeiro prémio é de 2.500 euros e o segundo no valor de 1.250 euros.

Está ainda prevista a atribuição de um prémio (250 euros) para a melhor interpretação da peça obrigatória, cuja escolha de um compositor português (Joly Braga Santos) tem como objetivo “ajudar a divulgar a música nacional de grande qualidade”.

Além disso, será ainda atribuído o prémio Lopes Graça (250 euros), que terá como vencedor o concorrente eleito pelo público no concerto de encerramento, a realizar no dia 02 de abril às 21:00 no auditório da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior.

 

*Com Lusa

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