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BeiraNews | Outubro 19, 2019

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Câmara de Penamacor executou mais de 8,5 milhões de euros em 2014

José Lagiosa

A Câmara de Penamacor executou mais de 8,5 milhões de euros durante o último ano e conseguiu reduzir a dívida em cerca de três milhões, disse hoje o presidente da autarquia, António Luís Beites (PS).

“Em termos gerais, temos uma execução de cerca de 75% relativamente ao orçamentado, o que não são os valores ideais, nem aqueles que pretendíamos, mas são os valores possíveis em função dos vários constrangimentos que tínhamos e que, como sabem, são provenientes do passado”, explicou.

António Luís Beites falava na reunião pública do executivo realizada hoje e durante a qual as contas foram aprovadas com a abstenção dos dois vereadores eleitos pela coligação PSD/Movimento Juntos por Penamacor.

O autarca explicou que o objetivo é alcançar “uma taxa de execução sempre superior aos 90% e trabalhar com orçamentos cada vez mais rigorosos”.

Destacou ainda o facto de no último ano ter sido incorporada nas contas do município a dívida acumulada à empresa Águas de Zêzere e Côa, num valor superior a três milhões e meio de euros, e que levou a autarquia a optar por realizar um saneamento financeiro que está atualmente à espera do visto do Tribunal de Contas.

“Isso condiciona os nossos resultados estatísticos, mas ainda assim temos de ter em conta que conseguimos reduzir e muito a dívida global e que, tirando esse caso específico, a 31 de dezembro de 2014 praticamente que não tínhamos dívida a fornecedores e estávamos a pagar a pronto pagamento as despesas”, destacou.

Segundo acrescentou, em outubro de 2013 a dívida global deste município do distrito de Castelo Branco ultrapassava os 10 milhões de euros, sendo agora inferior a 7,5 milhões de euros, uma redução conseguida graças ao rigor orçamental e de tesouraria que o próprio presidente classificou como “quase asfixiante”.

Uma “evolução positiva” que foi saudada pelos vereadores da oposição que, todavia, também sublinharam que a situação financeira da autarquia “continua a ser crítica”, facto que “naturalmente preocupa” e pela qual consideram que “a atual maioria também tem corresponsabilidade”.

*Com Lusa

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