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BeiraNews | Outubro 22, 2019

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Queijaria Flores investe no Rosmaninhal

José Lagiosa

O Rosmaninhal viu “nascer”, no passado dia 12 de abril, uma nova queijaria dotada de, um conjunto de infraestruturas que reforçam a capacidade de fabrico de queijos biológicos com o objectivo de alcançar os mercados nacionais e internacionais.

A Queijaria Flores fica com este investimento, a dispor uma sala de entrada do leite, onde se encontra o tanque de refrigeração.

Uma sala de fabrico do queijo, sala para fabrico de requeijão, sala de lavagem de utensílios, sala de escorrimento e de primeira maturação, sala de segunda maturação são outras áreas essenciais ao fabrico.

Finalmente uma sala de embalamento e de expedição, bem como um espaço para o armazenamento das matérias-primas necessárias completam o leque de infraestruturas agora inauguradas.

Para Maria Manuela Flores, gerente desta queijaria artesanal, as obras vão permitir lançar a empresa no mercado: “Este projeto é a concretização de um sonho antigo. Agora sim, tenho condições para fazer aquilo de que gosto. Espero vir a ter sucesso e a contribuir, também, para o desenvolvimento do concelho de Idanha”.

O presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, felicitou a Queijaria Flores e lembrou que, em fevereiro deste ano, esta foi uma das empresas que, apoiadas pelo Município, viajaram até Nuremberga, na Alemanha, onde estiveram em grande evidência na BioFach, a maior feira de produtos biológicos do mundo. Foi, aliás, o único queijo biológico português representado neste certame.

“Este queijo é um embaixador do Rosmaninhal, um embaixador de Idanha-a-Nova e um embaixador de Portugal. É um produto que representa perfeitamente aquilo que queremos para o concelho, porque parte da genuinidade dos saberes tradicionais que aprendemos com os nossos pais e avós, mas introduz-lhes inovação, nomeadamente através da certificação biológica”, disse Armindo Jacinto.

Queijaria artesanal 2

Igualmente convidado para a inauguração das instalações da Queijaria Flores, o presidente da Junta de Freguesia do Rosmaninhal, Joaquim Chambino, manifestou a disponibilidade desta entidade para “continuar a apoiar este e outros projetos que possam surgir”.

Refira-se que as novas infraestruturas da Queijaria Flores foram apoiadas pelo programa Leader/Proder, gerido pela Adraces, Associação de Desenvolvimento da Raia Centro Sul.

Comentários

  1. Aleixo Carreiro Pinto Folgado

    Abolição? Quem paga as despesas do estado? Para que tal situação seja fiável, os governantes que destruíram as nossas reservas de ouro e colocaram o país nesta situação (de ruína) é que deviam ser chamados a essa responsabilidade. O Salazar mandou construir a ponte (hoje 25 de Abril), foi paga pelo utilizador. Certo? Porque os ditos democratas não fizeram o mesmo?!… Pois é roubaram, gastaram por tudo quanto puderam a ponto de os meus netos já estarem endividados com a má gestão dos governantes. Sr. José Lagiosa: Informo o sr. que a A23, já em 1965 estava projectada. Não se construiu por falta de verbas. Outra má gestão “a do Salazar de querer por os portugueses a comer ouro”. Nesses tempos, o Rosmaninhal quantos rebanhos tinha? Sabe? ou desconhece? Então posso afirmar-lhe que dava para construir não só uma fábrica de queijos e posso adiantar-lhe até, uma de lanifícios. Por tudo isto, é uma ideia muito tardia.

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