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BeiraNews | Setembro 20, 2019

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Um olhar diferente por… José Lagiosa

José Lagiosa

Dia de Portugal

 Hoje, é dia de Portugal!

Como é hábito a Presidência da Republica organiza as comemorações deste dia numa cidade portuguesa. Este ano Lamego foi a escolhida.

Mas não é isto que importa realmente.

O que importa é saber o que deveria ser e representar, para todos nós, portugueses, este dia.

O dia de Portugal deveria ser uma data que festejasse Portugal. De norte a Sul, passando pela Madeira e Açores.

Mas não. As comemorações continuam ano após ano, a ser o mesmo desfilar das forças armadas, as mesmas cerimónias repetitivas, a mesma feira de vaidades de governantes, militares e outros que tais.

É tempo de perceber que o dia nacional de um país seja Portugal ou outro, tem de ser dia de festa.

Festa popular. Não festa de elites, caducas, balofas e pestilentas, onde o actual PR assenta que nem uma luva, ele que é o representante máximo das castas que dominam o país desde os últimos trinta anos.

Mudar, mudar, mudar é urgente e necessário. Mudar mentalidades, mudar a postura de deixar para os outros o que tem de ser solução nossa.

Eu sei que a mudança é coisa difícil para quem já perdeu, há muito, a esperança. Mas se queremos a esperança renascida, há que tomar consciência de que não é no imobilismo que podemos fazê-la renascer.

Por que não no 10 de junho? Por que não no Dia de Portugal? Por que não em verdadeira e genuína festa popular?

Façamos, a começar agora, o tempo de mudança, a começar pela nossa própria postura perante os acontecimentos. Afinal é barato. Basta a nossa vontade.

Façamos dos problemas, a razão para a mudança. A mudança de comportamentos. A mudança em relação à demissão dos nossos deveres e direitos cívicos. Façamos deste 10 de junho e de todos os dias a festa da mudança.

Devemos isso, aos nossos pais, aos nossos filhos e netos. E porque não a nós próprios, castigados por políticos e por decisões políticas que nos atiraram para o abismo e que de lá não nos tiram. Porque eles, esses que se encheram à custa do erário público, vão continuar a encher os bolsos e a esvaziar os cofres.

A isso os portugueses têm de dizer basta! Vamos inverter o estado das coisas.

Façamos a festa de Portugal, devolvendo Portugal aos portugueses!

Está nas nossas mãos. Está na ponta de uma esferográfica!

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