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BeiraNews | Abril 7, 2020

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Almanaque – 28 de setembro

Almanaque – 28 de setembro
Carlos Castela

Hoje é segunda-feira, 28 de setembro, ducentésimo septuagésimo primeiro dia do ano. Faltam 94 dias para o final de 2015.

Este dia é dedicado a São Venceslau, Mártir, e a São Simão de Rojas, Religioso.

Nos céus, é Lua Cheia, às 03:50.

O Sol nasce às 07:29 e o ocaso regista-se às 19:25.

No porto de Lisboa, a preia-mar verifica-se às 03:59 e 16:20, a baixa-mar, às 09:45 e 22:10.

Os nascidos nesta data pertencem ao signo Balança, destacando-se o artista italiano Caravaggio (1573), o escritor francês Prosper Mérimee (1803), o patriota italiano Giuseppe Garibaldi (1807), o Rei D. Carlos I, (1863), o ator italiano Marcelo Mastroianni (1924), a atriz francesa Brigitte Bardot (1934) e a atriz holandesa Sylvia Kristel (1952). Em 1902, morria o romancista francês Emile Zola e, em 1970, o escritor norte-americano John dos Passos.

Nesta data, em 1864, Karl Marx organizava, em Londres, a Primeira

Internacional. Em 1865, era inaugurado, em Lisboa, o Teatro do Príncipe Real, mais tarde Teatro Apolo. Em 1878, aparecia a iluminação pública em Cascais.

Em 1939, a Alemanha Nazi e a URSS acordavam num plano de divisão da Polónia. Em 1950, a Indonésia era admitida nas Nações Unidas. Em 1970, morria Abdel Gamal Nasser, chefe de Estado egípcio. Em 1975, a Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciava esperar erradicar a varíola em todo o mundo num prazo de 12 meses. Em 1978, morria o Papa João Paulo I.

Em 1984, Maria Branca dos Santos, D. Branca, comparecia na Polícia Judiciária. Em 1986, morria o cientista soviético Nikolai Semyonov, 90 anos, um dos fundadores da química moderna e Prémio Nobel em 1956. Em 1989, morria Ferdinando Marcos, 72 anos, ex-Presidente das Filipinas. Em 1991, o Conselho Nacional palestiniano aceitava uma possível conferência de paz para o Médio Oriente, proposta pelos EUA.

Em 1992, morria Fernando Piteira Santos, jornalista, historiador, professor e figura destacada da oposição ao regime ditatorial, anterior a 25 de Abril de 1974.

Em 1995, Yasser Arafat, líder da OLP, e o primeiro-ministro israelita, Yitkhak Rabin, assinavam, em Washington, o acordo que prevê o fim da ocupação da Cisjordânia. Em 1996, Nandim de Carvalho era empossado no cargo de Grão-Mestre da Grande Loja Regular da maçonaria portuguesa.

Em 1997, o general Pinochet, que dirigiu a ditadura chilena, decide terminar a sua carreira política, como “senador vitalício”, atribuindo-se imunidade pelos crimes cometidos. Em 1999, Xanana Gusmão, dirigente do CNRT, reunia-se, em Nova Iorque, com o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, confiante da independência de Timor-Leste em 2002.

Em 2000, registava-se a vitória do “não” no referendo na Dinamarca sobre a adesão ao Euro. Em 2002, A Câmara do Fundão criava um prémio literário António Palouro, em homenagem ao diretor do Jornal do Fundão, morto pouco tempo antes.

Em 2003, morriam João Pato Ribeiro, 62 anos, dirigente da UGT, e o cineasta e escritor Elia Kazan, 94 anos, realizador de “Há Lodo no Cais”. Em 2004, no Congresso do Partido Trabalhista, o primeiro-ministro Tony Blair pedia desculpa pelos argumentos apresentados em 2002-03 a favor da invasão do Iraque.

Em 2005, investigadores confirmavam a perda de 40% da massa de gelo no Pólo Norte, nos últimos 40 anos.

Em 2011, alegando cansaço, Albert Uderzo, criador das aventuras de Astérix e Obélix, passava o testemunho aos desenhadores Frédéric e Thierry Mébarki e ao guionista Jean-Yves Ferri. Morria o argumentista e produtor britânico David Croft, coautor de séries cómicas clássicas como “Alô Alô”, aos 89 anos na sua casa em Portugal. Em 2014, o queniano Dennis Kimetto batia o recorde do mundo da maratona, ao correr em Berlim em 2:02.57 horas, tornando-se o primeiro atleta a cobrir a distância abaixo das 2:03 horas.

* Lusa

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