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BeiraNews | Dezembro 10, 2019

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José Coelho rende seis pontos ao Olhanense mas não tem tempo para saborear

José Coelho rende seis pontos ao Olhanense mas não tem tempo para saborear
José Lagiosa

O médio-ofensivo José Coelho, decisivo nas duas últimas vitórias do Olhanense na II Liga de futebol, frente ao Oriental e no dérbi com o rival Farense, disse hoje que não teve tempo para saborear o momento.

“Foi uma boa semana. Mas a realidade é que já estamos a pensar no próximo jogo, porque não dá quase para saborear. Foi bom e quero dar continuidade, mas já estamos a pensar no jogo de quarta-feira”, na receção ao Sporting da Covilhã, disse o jogador dos algarvios à agência Lusa.

Utilizado até agora de forma irregular pelo técnico Cristiano Bacci, o médio atacante, de 25 anos, com 15 encontros já disputados na prova mas titular em apenas quatro, aproveitou as duas últimas oportunidades da melhor maneira.

Primeiro, na quarta-feira, José Coelho marcou, de grande penalidade, no triunfo por 1-0 sobre o Oriental, enquanto no domingo assinou o golo que decidiu o dérbi com o Farense (2-1), a um minuto do fim, somando um total de três golos na II Liga.

“Todos os jogadores vivem do sucesso coletivo mas, nesse sucesso coletivo, temos de nos destacar individualmente. É mais fácil quando a equipa ganha – ninguém olharia para estes golos se nós não tivéssemos ganho -, mas foi, sem dúvida, muito importante para mim”, afirmou o futebolista.

Festejar a vitória no dérbi algarvio, em casa do rival Farense, “foi um momento fantástico” para o jogador do Olhanense, que destacou a “envolvência importante para quem esteve lá dentro” proporcionada pelos adeptos de ambos os clubes.

Apesar do bom momento, José Coelho não sente o “lugar garantido no ‘onze’, de todo”, porque, explicou, num campeonato longo como é a II Liga, “há bastante rotatividade e todos os jogadores são necessários”.

Com quatro vitórias nos últimos cinco jogos, o Olhanense saltou de 17.º classificado, à 15.ª ronda, para o sétimo lugar, à 19.ª, com 28 pontos, a apenas quatro da segunda ‘vaga’ de subida, ocupada pelo Desportivo de Chaves, quarto classificado.

“Ninguém fala disso no balneário [da subida de divisão]. A II Liga é um campeonato muito atípico, existem sempre quebras. Estamos focados nos nossos objetivos a curto prazo, queremos atingi-los e depois será degrau a degrau”, concluiu José Coelho.

*Com Lusa

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