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BeiraNews | Outubro 19, 2019

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Associação da GNR quer 2.000 novos militares para minimizar escassez de efetivos

Associação da GNR quer 2.000 novos militares para minimizar escassez de efetivos
José Lagiosa

A Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG) defende que é urgente recrutar “2.000 novos militares” para a Guarda Nacional Republicana (GNR), para “minimizar a escassez de efetivos”, e quer aproveitar os excedentários da função pública para funções administrativas.

“Só assim se poderá minimizar a escassez de efetivos, permitir a passagem à situação de reserva, fora da efetividade de serviço, dos militares que, há muito, satisfazem, para o efeito, as condições previstas na lei, – mas que, por determinação superior, estão impedidos de deixar as fileiras devido à escassez de efetivos – e enfrentar os desafios inerentes à missão da GNR no combate à criminalidade violenta e à presença e visibilidade das patrulhas, especialmente em zonas identificadas como de maior risco”, lê-se num comunicado hoje enviado.

No âmbito da racionalização de recursos, a ASPIG entende que a afetação aos serviços administrativos de funcionários públicos considerados excedentários poderia “libertar, para a atividade operacional, milhares de militares, atualmente afetos a esses serviços”.

*Com Lusa

 

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