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BeiraNews | Agosto 20, 2019

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Reunião “histórica” anuncia investimentos nas linhas da Beira Baixa e da Beira Alta

Reunião “histórica” anuncia investimentos nas linhas da Beira Baixa e da Beira Alta
José Lagiosa

O presidente do Conselho Regional do Centro, João Azevedo, considerou hoje como “histórica” a reunião em Castelo Branco, com os anúncios de investimento nas linhas da Beira Baixa e da Beira Alta.

Em declarações à agência Lusa, João Azevedo classificou a reunião como “histórica” pelos anúncios de investimento na ferrovia efetuados pelo Governo.

“Até que enfim que o Governo respondeu aos anseios das gentes da região Centro pela decisão que tomou. Foram hoje aqui anunciados os investimentos que vão ser feitos na ferrovia, na linha da Beira Alta e da Beira Baixa, que são as mais prioritárias e que reforçam a importância da região Centro e do seu tecido empresarial”, afirmou.

O ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, anunciou em Castelo Branco a eletrificação da linha da Beira Baixa, entre Covilhã e a Guarda, que irá permitir uma ligação da região ao corredor internacional de mercadorias.

O governante adiantou que o investimento global para as ferrovias está desenhado para os próximos cinco a seis anos, num investimento que terá apoio comunitário superior a mil milhões de euros, cujo investimento global anual será na ordem dos 460 milhões de euros e irá criar ao longos destes anos 6.500 postos de trabalho.

Adiantou ainda que a eletrificação da linha entre a Covilhã e a Guarda, é uma das ligações prioritárias para as obras do chamado corredor norte, que irá criar condições para mais rapidamente fazer as obras na linha da Beira Alta.

O autarca de Mangualde, distrito de Viseu, que também preside ao Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro disse que esta é uma “decisão corajosa” que representa “uma recuperação do tempo perdido”.

“Durante anos ficamos à espera que a decisão fosse tomada e hoje, foi tomada. Foi anunciada pelo ministro Pedro Marques e reforçada pelo ministro Adjunto Eduardo Cabrita”, sustentou.

Quanto às questões relacionadas com a rede rodoviária, João Azevedo disse que a resposta dada pelo secretário de Estado das Infraestruturas, “foi muito clara e objetiva: não há capacidade financeira para o fazer”.

“Este é o discurso que pretendemos, verdadeiro, claro, de compromisso para deixarmos de fazer reuniões de ‘power point’. Não havendo dinheiro, não pode haver obra”, concluiu.

*Com Lusa

 

 

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