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BeiraNews | Outubro 15, 2019

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Centro Hospitalar da Cova da Beira está atento aos problemas dos enfermeiros

Centro Hospitalar da Cova da Beira está atento aos problemas dos enfermeiros
José Lagiosa

O conselho de administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira (CHCB) disse hoje que está atento aos problemas que lhe foram transmitidos pelos enfermeiros, no dia em que estes profissionais terminam uma greve de dois dias.

“O Conselho de Administração do Centro Hospitalar da Cova da Beira tem vindo a acompanhar todas as questões que nos foram e, são presentes, quer pelos profissionais de enfermagem deste estabelecimento de saúde, quer pelas associações sindicais que os representam”, refere, em nota enviada à agência Lusa, o CHCB.

Os enfermeiros do CHCB cumprem hoje o segundo de dois dias de greve convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portuguesa (SEP) para reivindicarem a aplicação das 35 horas, a admissão de mais profissionais e o pagamento de todo o trabalho extraordinário.

Guadalupe Simões, do SEP, disse na quarta-feira, em declarações à Lusa, que no início de agosto foi feita uma reunião com o conselho de administração do CHCB na perspetiva de serem admitidos mais enfermeiros para as unidades hospitalares.

A sindicalista explicou que sendo uma matéria da esfera da competência do CA, “o que é verdade é que continua a não haver as admissões [de enfermeiros] necessárias para impedir, por um lado, a redução do número de enfermeiros nos serviços e, por outro lado, para permitir que os enfermeiros não tenham que fazer horas a mais”.

O CHCB argumenta que a greve é um direito inalienável de qualquer trabalhador pelo que, relativamente ao seu exercício, não tece quaisquer comentários, mas adianta que o conselho de administração “continuará a analisar esta temática e deliberará sobre ela em conformidade com a Lei e com as responsabilidades gestionárias inerentes à instituição”.

Segundo o SEP, neste segundo e último dia de greve, que envolve os enfermeiros do bloco operatório e da consulta externa, a adesão à greve foi de 100% no turno da noite.

No turno da manhã, registou-se uma adesão de 44% no hospital Pêro da Covilhã e de 50% no Hospital do Fundão.

*Lusa

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