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BeiraNews | Novembro 14, 2019

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Câmara de Castelo Branco aprova orçamento de 47,5 ME para 2017

Câmara de Castelo Branco aprova orçamento de 47,5 ME para 2017
José Lagiosa

A Câmara de Castelo Branco aprovou por maioria um orçamento de 47,5 milhões de euros para 2017, valor que representa uma redução de 1,5 milhões face ao orçamento deste ano.

“Trata-se de um orçamento que é um motor de desenvolvimento do concelho e que cumpre dois objetivos: é realista e flexível para permitir uma boa execução ao longo do ano”, disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia.

O autarca explicou que a redução de 1,5 ME face ao ano anterior deve-se aos “ajustamentos normais” e adiantou que, dessa redução, cerca de 711 mil euros são de despesa corrente e 871 mil euros de despesa de capital.

“É muito positivo para Castelo Branco, continua a ser um orçamento que mantém a estratégia e o projeto de desenvolvimento para o concelho. Mantém o rumo e é ímpar no panorama nacional e regional”, frisou.

Realça ainda o aumento do investimento na educação, onde se destaca a requalificação de escolas (secundárias Nuno Álvares e Amato Lusitano); saúde (centro de saúde de São Tiago); ação social e meio ambiente (Quinta do Moinho Velho e Barrocal), sendo que se verifica uma redução nas vias de comunicação.

O setor da cultura e a aposta que o município tem feito neste setor vai ter continuidade.

Luís Correia sublinha que o documento mantém as verbas para um “forte investimento” nas freguesias e adianta que as despesas com o pessoal “mantêm-se a um nível ímpar, quando comparadas com o panorama nacional”.

Os dois vereadores do PSD, Paulo Moradias e João Paulo Benquerença, votaram contra as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2017.

A oposição aponta o documento como a prova definitiva do “completo falhanço” das políticas a que se propôs o atual executivo e do “total incumprimento” das promessas eleitorais feitas há três anos, nomeadamente, do seu líder, o presidente da Câmara de Castelo Branco.

“O atual executivo não teve capacidade para o cumprimento do programa e percebe-se que a um ano do fim do mandato perderam o controle para o cumprir”, disse Paulo Moradias.

O vereador do PSD adiantou que das promessas de investimento no imaterial sobra apenas o “super-investimento” em alcatrão e em betão.

Em relação à “economia, criação de emprego, promoção turística, cultura (com exceção de betão), desenvolvimento da área comercial e de serviços”, sustentou que nada foi feito.

“A desculpa deste ano é que este é um orçamento realista e equilibrado. No ano passado, a desculpa foi a má organização dos fundos comunitários e que a câmara municipal iria ser penalizada”, concluiu.

*Lusa

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