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BeiraNews | Dezembro 14, 2019

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PSD quer plano de destruição de cadáveres de animais de companhia em Castelo Branco

PSD quer plano de destruição de cadáveres de animais de companhia em Castelo Branco
José Lagiosa

Os vereadores do PSD na Câmara de Castelo Branco queixaram-se hoje que o executivo socialista lhes entregou um documento assinado pelo veterinário municipal em vez do plano de destruição de cadáveres de animais de companhia solicitado por requerimento.

O vereador do PSD, João Paulo Benquerença, disse que solicitou o plano de destruição de cadáveres de animais de companhia para Castelo Branco e que o que lhe foi enviado foi um documento assinado pelo veterinário municipal.

O presidente da Câmara de Castelo Branco, Luís Correia, reconheceu a falta de acompanhamento do executivo sobre esta questão.

“É uma situação pouco acompanhada por nós. Delegámos numa associação e pedimos o plano ao veterinário e não me custa reconhecer que temos que fazer um caminho nessa matéria”, frisou.

Já o vereador Paulo Moradias levantou algumas questões relacionadas com o sistema multimunicipal de água, cuja agregação foi revertida recentemente através de um decreto-lei.

O atual Governo desfez assim a reestruturação do setor das águas levada a cabo pelo Governo PSD/CDS-PP, que agregou sistemas de abastecimento de água em alta, fundindo 19 sistemas multimunicipais em apenas cinco empresas (Águas do Norte, Águas do Centro Litoral, Águas de Lisboa e Vale do Tejo e as já existentes Águas do Alentejo e Águas do Algarve).

O social-democrata argumentou que no documento que lhe foi entregue pelo executivo não estão reportados os benefícios para o sistema nem para as populações.

O presidente, Luís Correia, explicou que o documento tem a informação completa sobre o assunto e assumiu o compromisso de que caso obtenha mais informação a irá disponibilizar aos vereadores.

O autarca informou também que hoje decorre uma reunião entre o presidente da Águas de Portugal, João Nuno Mendes, e os municípios, na qual não poderá estar presente.

“Vejo algumas vantagens e perigos. Agora, essa é uma avaliação que nos compete fazer. Se tiver mais alguma informação além dos documentos, terei todo o gosto em trazê-la aqui”, concluiu.

*Lusa

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