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BeiraNews | Novembro 13, 2019

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Clara Cunha encerra sessões escolares do Fronteira em Castelo Branco

Clara Cunha encerra sessões escolares do Fronteira em Castelo Branco
José Lagiosa

Clara Cunha terminou, hoje na Afonso de Paiva, as sessões nas escolas, no âmbito do Fronteira – Festival Literário de Castelo Branco, a falar de palavras e de como se constrói uma história.

Trabalhos dos alunos do pré escolar

O primeiro livro da autora, “Quem é o Cuquedo?”, serviu de mote para a abordagem inicial, perante uma plateia de alunos do pré escolar, 1º e 2º anos.

Na plateia, para além dos pequenos leitores e das respetivas educadoras e professoras, estava o jornalista, que hoje, no desempenho dos seus afazeres profissionais, tirou uma pausa, para fazer de conta que era novamente uma criança e deliciou-se, na onda da criançada, a ouvir contar uma história de faz de conta.

Hoje o jornalista não usa as palavras para transmitir a notícia, hoje o jornalista conta a história do faz de conta que é uma notícia.

A história da notícia ou a notícia da história, porque escrever é, afinal, contar uma história de fazer de conta.

Imaginação quanto baste, personagens, papel e caneta, no caso do jornalista computador, letras, palavras e sílabas, são afinal os ingredientes para “fazer” a notícia e para “cozinhar” a história.

Ambiente magnífico criado por estas crianças que participam, atentas mas igualmente intervenientes, com a autora a usar as palavras, as suas e a das crianças, para construir uma história de várias histórias, porque como diz Clara Cunha, “todos nós somos autores”.

Auditório completamente esgotado

Amanhã entramos, no último dia da 5ª edição do Fronteira – Festival Literário de Castelo Branco com um Workshop de Ilustração, por Vasco Gargalo, às 10h30, na Sala da Nora do Cine Teatro Avenida e a partir das 15 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal um conjunto de mesas de debate com reconhecidos autores, Fernando Pinto do Amaral, Jaime Rocha, Kalaf Epalanga, Rui Cardoso Martins, Maria João Lopo de Carvalho e Miguel Miranda.

A tarde termina com uma entrevista de vida a Álvaro Laborinho Lúcio, pelas 17h15.

Segue-se uma mudança de cenário para a sessão de encerramento que decorre, no Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, a partir das 18h20, a partir do tema “Do pó do palco à poeira cibernética” com Lídia Franco e Vítor de Sousa que juntos partilharam projectos, personagens e protagonismo, nomeadamente na televisão, mass media por excelência do século XX.

 

 

 

 

 

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