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BeiraNews | Setembro 23, 2017

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Igreja de Alpedrinha, Fundão, com obras no valor de 100 mil euros

Igreja de Alpedrinha, Fundão, com obras no valor de 100 mil euros
José Lagiosa

A Igreja Matriz de Alpedrinha, concelho do Fundão, vai ser alvo de trabalhos de requalificação no valor de 100 mil euros, investimento que será assegurado essencialmente pelo Governo e pela Câmara Municipal do Fundão.

A intervenção resulta de uma candidatura apresentada ao programa Equipamentos Urbanos de Utilização Coletivo e o contrato de financiamento foi hoje assinado, numa cerimónia presidida pelo secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel.

Segundo o estipulado, 50 por cento do investimento será financiado pelo referido programa e o restante valor fica a cargo da autarquia fundanense (40 mil euros), da Junta de Freguesia de Alpedrinha (cinco mil euros) e da Fábrica da Igreja de Alpedrinha (cinco mil euros), que é a entidade promotora da obra.

A empreitada, que vai arrancar a curto prazo e deverá estar concluída até ao Natal, abrangerá a restauro da porta principal e do guarda-vento, a requalificação do coro alto e respetivas paredes, bem como uma intervenção profunda na sacristia.

Obras consideradas “muito importantes”, apesar de apenas fazerem face a uma parte das inúmeras necessidades identificadas neste edifício do século XVI e para as quais seria necessária uma verba superior a 600 mil euros, conforme referiu Valter Salcedas, padre de Alpedrinha e presidente da Fábrica da Igreja.

“Se queremos cuidar da arte sacra que aqui está dentro, temos de cuidar também da estrutura em si”, referiu, mostrando-se ainda confiante de que no futuro possam ser realizas mais algumas intervenções de recuperação e restauro, nomeadamente do altar lateral direito, do teto do altar-mor ou do órgão de tubos ibérico.

Assumindo que não será possível “resolver tudo de uma vez”, o presidente da Câmara do Fundão, Paulo Fernandes, frisou a importância de se manter a “junção de esforços” que permitiu iniciar o caminho da reabilitação deste edifício.

Uma cooperação e parceria que o secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, classificou como “determinante” para conseguir concretizar os financiamentos disponíveis.

“Sabemos que as pessoas quando se juntam para o bem comum, as coisas são mais fáceis de conseguir e são mais rápidas, envolvendo um cuidado superior”, disse.

O governante apontou ainda as responsabilidades da tutela nível da conservação do património de utilidade pública e de utilização comum para explicar as razões que levam a Administração Central a apoiar a realização de obras em espaços que não são propriedade do Estado.

*Lusa

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