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BeiraNews | Outubro 16, 2019

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PSD apresenta trabalho que é “ponto de partida” para candidatura autárquica

PSD apresenta trabalho que é “ponto de partida” para candidatura autárquica
José Lagiosa

O PSD de Castelo Branco apresentou, na quinta-feira, as conclusões de quatro grupos de trabalho que contaram com a participação de militantes e da sociedade civil e que constituem um ponto de partida para o programa eleitoral autárquico.

“Este é um contributo excelente que é dado pelo PSD e por uma parte da sociedade civil, onde há um conjunto de ideias que são da maior importância. É também um bom ponto de partida para um projeto mais abragente de uma candidatura [autárquica] do PSD”, afirmou, em conferência de imprensa, o presidente da concelhia do PSD de Castelo Branco, Carlos Almeida.

O objetivo fundamental passou por encontrar respostas concretas para o concelho de Castelo Branco em áreas como a ação social e saúde; economia e emprego; educação, cultura, desporto e juventude e agricultura e turismo.

Este responsável que também é o candidato local do partido às próximas eleições autárquicas, criou quatro grupos de trabalho, sendo que cada um, trabalhou de uma forma autónoma durante cerca de sete meses e juntou o contributo de mais de 60 pessoas, entre militantes e sociedade civil, cujas conclusões foram apresentadas num único documento que o partido coloca à disposição de todos.

As propostas apresentadas nas várias áreas vão desde a criação de uma vereação específica de ação social ou de um centro de competências e tecnológico no sector do frio, até à criação de apoios financeiros a recém-licenciados que se queiram fixar e criar a sua empresa em Castelo Branco.

No documento, os social-democratas defendem ainda a criação de um conselho municipal de cultura, um plano estratégico para o desporto e um plano habitacional para arrendamento jovem, entre um conjunto bastante vasto e extenso de outras propostas e necessidades identificadas pelo PSD para o concelho de Castelo Branco.

“Nos últimos anos não foi feito por parte de nenhum partido, desde logo pelo PSD, isto é uma constatação e não uma crítica, um esforço de constituir grupos de trabalho que vão além da militância e que depois tenham apresentado um conjunto de propostas”, frisou o social-democrata.

Carlos Almeida adiantou ainda que com este contributo, o PSD deu um “sinal muito claro” de abertura à sociedade civil e recolheu contributos de um conjunto de pessoas que entendeu que podiam enriquecer o trabalho.

 

 

 

 

 

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