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BeiraNews | Setembro 23, 2017

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Mais de 77 mil espectadores na primeira Bienal de Arte Contemporânea BoCA

Mais de 77 mil espectadores na primeira Bienal de Arte Contemporânea BoCA
José Lagiosa

Mais de 77 mil espetadores participaram na primeira Bienal de Arte Contemporânea – BoCA, que decorreu entre 17 de março e 30 de abril em Lisboa e no Porto, com a apresentação de 59 artistas de 20 países.

De acordo com um balanço hoje divulgado pela organização, a bienal apresentou nas duas cidades 19 estreias mundiais e 18 estreias nacionais daqueles artistas e, pontualmente, algumas criações em Braga e Castelo Branco.

No total, 77.204 espetadores estiveram em 29 espaços culturais – na sua maioria parceiros e coprodutores dos respetivos projetos – para assistir a 13 performances, nove espetáculos, 10 instalações, três exposições, seis concertos e cinco filmes.

Além desta programação, a BoCA – com direção artística de John Romão – realizou ainda seis oficinas, seis ´masterclasses´, oito conversas, um debate, e dois projetos educativos de longa duração.

O objetivo desta bienal é “pensar o que é o contemporâneo a partir das práticas artísticas desenvolvidas” por aqueles artistas, que criaram obras que deverão ser também apresentadas no resto do país e noutros países.

Como exemplo, a organização indica que “Fatamorgana”, criação da artista residente da BoCA Salomé Lamas, apresenta-se hoje no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco e em dezembro irá a Buenos Aires, com o apoio da Embaixada de Portugal em Buenos Aires e do Instituto Camões.

Em Évora, os também artistas residentes Musa Paradisíaca têm em exposição a “Casa Animal”, no Fórum Eugénio de Almeida, até 30 de junho.

Entre 07 a 16 de julho, a “Casa Animal” viaja até Viseu, ao festival Jardins Efémeros, sendo posteriormente apresentada em Braga, entre 01 e 03 de setembro.

Por seu lado, a exposição “Toledo”, de Tânia Carvalho, estará no Teatro Viriato, em Viseu, de 27 de maio a 14 de junho e alguns dos registos da Videoteca BoCA viajam até ao Centro de Documentação do Teatro Nacional São João, no Porto, ainda este ano.

“Periférico”, a primeira criação de palco de Alexandre Farto – artista conhecido como Vhils -, será apresentada em Ílhavo, em 2018, no âmbito do projeto “23 Milhas”, da Câmara Municipal de Ílhavo.

“Guia Prático para Artistas Ocupados”, espetáculo da Crinabel Teatro/Digitópia, coproduzido pela BoCA com a Casa da Música, é reposto na Casa da Música em dezembro e, em 2018, apresenta-se no Centro Dramático Nacional de Madrid/Teatro Valle Inclán, em Madrid.

Ainda na difusão internacional, a organização salienta também, em Bruxelas, no Kustenfestivaldesarts, a apresentação de “Endgame”, da artista residente da BoCA Tania Bruguera, que teve início dia 16 e prossegue até domingo.

No âmbito do Programa Educativo 2017/2018 estreia-se a BoCA Summer School, escola de verão constituída por seis oficinas (pensamento contemporâneo, artes cénicas, artes plásticas, composição musical), que visam o aperfeiçoamento artístico e se destinam a jovens profissionais e estudantes de arte, entre os 18 e 35 anos.

A BoCA Summer School tem como entidades parceiras o Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Nacional São Carlos, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado e o apoio da Fundação Gestão dos Direitos dos Artistas.

*Lusa

 

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