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BeiraNews | Março 28, 2020

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Governo felicita José Eduardo Agualusa e Teolinda Gersão por prémios literários

Governo felicita José Eduardo Agualusa e Teolinda Gersão por prémios literários
José Lagiosa

O ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, felicitou hoje os escritores José Eduardo Agualusa e Teolinda Gersão pelas distinções com o prémio internacional literário de Dublin e o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, respetivamente.

O governante saudou e felicitou “vivamente o escritor José Eduardo Agualusa pela atribuição do International Dublin Literary Award, que lhe foi concedido pelo seu romance ‘Teoria Geral do Esquecimento’”, recordando ser a “nona vez que o vencedor é um livro traduzido e a primeira que premeia uma obra originalmente escrita em português”.

Quando à escritora portuguesa, Luís Filipe Castro Mendes realçou que “Teolinda Gersão é desde o início da década de 1980 uma das vozes mais sólidas da ficção narrativa contemporânea, quer no campo do romance, quer no de narrativas mais breves, em particular nos seus contos, cuja brevidade lhes aumenta o poder sugestivo”.

“Detentora de um estilo muito pessoal, a autora mostra-se capaz de construir personagens credíveis, intensas e ao mesmo tempo surpreendentes, quase enigmáticas, que nos interpelam pelo modo como vivem as suas vidas, em cenários sempre marcados pela força de cada atmosfera peculiar, compondo assim um caleidoscópio humano através do qual podemos observar o mundo, graças a uma especial aliança entre palavras, pensamentos e emoções”, referiu a nota do Ministério quanto à vencedora do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco.

Sobre o livro que valeu a Agualusa o prémio internacional de Dublin, escreve o Ministério da Cultura que se trata “de uma obra em que José Eduardo Agualusa consegue surpreender o leitor, ao mesmo tempo que o leva a refletir sobre o sentido mais amplo e profundo da vida humana, flutuando entre a memória e o esquecimento”.

José Eduardo Agualusa foi finalista do prémio literário internacional de Dublin deste ano, numa edição em que o escritor moçambicano Mia Couto estava também entre os finalistas, com a tradução de “A Confissão da Leoa”.

Já Teolinda Gersão foi distinguida pelo “domínio total das características do conto” e pela “língua cuidada, elegante, erudita”, afirmou o júri citado em comunicado enviado pela Associação Portuguesa de Escritores, que atribui o prémio numa parceria com a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

*Lusa

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