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BeiraNews | Janeiro 28, 2020

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Almanaque – 30 de julho

Almanaque – 30 de julho
José Lagiosa

Hoje é domingo, 30 de julho, ducentésimo décimo primeiro dia do ano, Dia Internacional Contra o Tráfico de Pessoas e Dia Internacional da Amizade. Faltam 154 dias para o final de 2017.
Este dia é dedicado a São Pedro Crisólogo, Bispo, Doutor da Igreja, e a Santa Julita, mártir.
Nos céus, a Lua atinge o Quarto Crescente, às 16:23.

O Sol nasce às 06:37 e o ocaso regista-se às 20:49.

No porto de Lisboa, a preia-mar verifica-se às 09:11 e 21:32, a baixa-mar, às 02:36 e 14:57.

Leão é o signo dos nascidos nesta data, destacando-se a escritora britânica Emily Bronte (1818), o norte-americano, pioneiro da indústria automóvel, Henry Ford (1863), o escultor britânico Henry Moore (1898), o pianista inglês Gerald Moore (1899), o maestro Moshe Atzmon (1931), o cantor norte-americano Paul Anka (1941) e a cantora Kate Bush (1958).
Nesta data, em 1771, morria o escritor e enciclopedista francês Dennis Diderot, figura-chave da Idade das Luzes.

Em 1848, era inaugurada a iluminação a gás em Lisboa.

Em 1865, reabriam as Cortes Portuguesas, para encarregarem Joaquim António de Aguiar de formar Governo, depois da vitória dos Progressistas (aliança dos Históricos e dos Reformadores), nas eleições de 09 de julho.

Em 1906, Gabriel Lippmann apresentava, na Academia de Ciências de Paris, o primeiro método para a reprodução fotográfica a cor.

Em 1932, realizavam-se eleições na Alemanha que permitiriam ao partido nazi, de Adolf Hitler, duplicar o número de lugares no Reichstag (Parlamento Alemão), e bloquear o funcionamento das instituições, lançando uma campanha de terror com os batalhões de SA, braço armado do partido.

Nesta data, 1971, dois astronautas norte-americanos da Apollo-15, David Scott e James Irwin, pousavam na superfície lunar.

Em 1975, começavam, em Helsínquia, os trabalhos da Conferência sobre Segurança e Cooperação Europeias.

Em 1981, a intervenção de tropas senegalesas abortava uma tentativa de golpe de estado na Gambia.

Em 1983, morria o realizador espanhol Luis Buñuel, 83 anos. No mesmo dia, a polícia portuguesa assegurava possuir uma lista de oito nomes ligados ao comando arménio que, no dia 27, atacara a Embaixada turca em Lisboa.

Em 1984, a rádio da África do Sul responsabilizava Moscovo pelo malogro das negociações entre Pretoria e a Swapo.

Em 1990, Hussein da Jordânia deslocava-se a Bagdade e ao Kuwait, em missão de mediação, numa tentativa de resolução do conflito entre os dois países.

Em 1992, o Governo decidia a construção da futura ponte sobre o Tejo entre Sacavém e o Montijo, estabelecendo-se a conclusão em 1998.

Em 1993, morria Jorge Campinos, 56 anos, fundador do Partido Socialista, antigo deputado e ex-ministro.

Em 1996, morria a atriz Claudette Colbert, 92 anos, Óscar de melhor atriz pelo desempenho no filme de Frank Capra “Uma Noite Aconteceu”.

Em 2000, Hugo Chávez ganhava as eleições presidenciais na Venezuela.

Em 2001, o Governo português decidia vender a Cimpor à Teixeira Duarte pelo valor mínimo fixado (30,4 euros por ação). Na mesma data, a Colômbia conquistava, em casa, o primeiro título de campeã sul-americana de futebol.

Em 2003, a intensidade dos incêndios florestais justificava a ativação dos planos de emergência em Castelo Branco, Oleiros e Fundão.

Em 2004, o preço do barril de Brent ultrapassava pela primeira vez a barreira dos 40 dólares, em 24 anos, fixando-se nos 40,05.

Em 2005, era suspensa a publicação dos jornais A Capital e O Comércio do Porto. E realizava-se o último espetáculo da companhia Ballet Gulbenkian, por iniciativa dos bailarinos, no Teatro Camões, em Lisboa. No mesmo dia, morria John Garang, 60 anos, antigo chefe dos rebeldes do Sul do Sudão, vice-presidente do país.

Em 2006, Fradique de Menezes era reeleito presidente de São Tomé e Príncipe, com 60,03 por cento dos votos.

Em 2007, era publicado o decreto-lei que cria a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde, IGAS. O líder do Partido Democrático timorense Fernando “La Sama” de Araújo era eleito presidente do Parlamento Nacional de Timor-Leste.

Ainda em 2007 morriam dois grandes vultos do cinema mundial, o cineasta italiano Michelangelo Antonioni e o também encenador Ingmar Bergman.

O cineasta e encenador Ingmar Bergman morreu com 89 anos, na ilha sueca de Faarö (Gotland). Ao longo da sua extensa carreira realizou mais de 40 filmes, entre os quais se destacam “Um Verão de Amor” (1951), “O Sétimo Selo” (1957), “Morangos Silvestres” (1957), “Em Busca da Verdade” (1961), “Lágrimas e Suspiros” (1972) “Sonata de Outono” (1978) “Fanny e Alexander” (1982) ou “Saraband” (2003). Além da sua obra cinematográfica, Bergman foi durante toda a vida um homem de teatro, tendo encenado numerosas peças.

O cineasta italiano Michelangelo Antonioni, um dos grandes mestres do cinema europeu, morreu em Roma com 94 anos. Cineasta da incomunicabilidade ou da dificuldade de viver e amar, dirigiu duas dezenas de filmes, entre os quais “Escândalo de Amor” (1950) e “O Grito” (1957), a trilogia constituída por “A Aventura” (1960), “A Noite” (1961) e “O Eclipse” (1962), e ainda “O Grito” (1957), “O Deserto Vermelho” (1964), “Blow-up” (1966), ou “Identificação de uma Mulher” (1982). Consagrado internacionalmente, ganhou o Leão de Ouro da Bienal de Veneza em 1964, com “O Deserto Vermelho”, a Palma de Ouro do Festival de Cannes em 1967 com “Blow-up”, o Prémio Especial do Júri de Cannes com “Identificação de uma Mulher” em 1982, um Óscar de Hollywood pelo conjunto da sua carreira em 1955 e também um Leão de Ouro pela carreira em Veneza, em 1997.

Em 2010, era inaugurado o Museu de Arte e Arqueologia do Vale do Côa, 15 anos após os protestos de ambientalistas e especialistas em arte rupestre que ditaram a suspensão, pelo governo socialista presidido por António Guterres, da construção da barragem.

Em 2011, o jornalista cubano-português Miguel Rivero, que trabalhou em vários órgãos de comunicação cubanos, espanhóis e portugueses, morria em Lisboa, aos 72 anos, vítima de cancro.

Em 2012, o Presidente da República, Cavaco Silva, promulgava a lei do arrendamento.

Em 2013, morria Antoni Ramallets, antigo guarda-redes de futebol do Barcelona e uma das principais figuras da célebre equipa das “cinco taças”, aos 89 anos.

Em 2014, morria, aos 70 anos, Harun Farocki, realizador e artista alemão, nos arredores de Berlim.

*Lusa

 

 

 

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