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BeiraNews | Janeiro 29, 2020

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BE promete ficar “exigente e vigilante” a fim das portagens do interior

BE promete ficar “exigente e vigilante” a fim das portagens do interior
José Lagiosa

A coordenadora do Bloco de Esquerda (BE), Catarina Martins, garantiu hoje que o partido continua a defender o fim das portagens no interior e que estará “exigente e vigilante” para verificar se a eventual revisão dos preços se concretiza.

“Nós temos vindo a propor, já há bastante tempo, que estas portagens devem acabar. O Governo quer fazer isto de uma forma faseada, mas o importante é que se deem passos muito concretos e o BE estará exigente e vigilante nesta matéria”, afirmou.

Catarina Martins falava à margem de uma visita que realizou ao Míscaros – Festival do Cogumelo que decorre até domingo na freguesia do Alcaide, concelho do Fundão, distrito de Castelo Branco.

De visita a uma região onde uma das grandes reivindicações das empresas e populações passa pelo fim das portagens nas antigas Scut (vias sem custos para o utilizador), Catarina Martins lembrou que o BE também defende essa solução e prometeu verificar se algo será feito, na sequência da declaração do ministro Adjunto, Pedro Siza Vieira, que na quinta-feira referiu no parlamento que o executivo “usará todos os instrumentos que tem ao seu dispor” na prioridade que é desenvolver o Interior e travar o declínio das últimas décadas.

Siza Vieira assegurou que o Governo “não deixará de utilizar instrumentos” como “os incentivos fiscais”, a “relocalização de serviços públicos” ou ainda a “revisão das portagens” nas estradas que ligam ao interior, tendo acrescentado que a revisão se “destina “a empresas de transportes e mercadorias”.

Uma intenção que os bloquistas prometem acompanhar, já que consideram que o pagamento de portagens nas antigas Scut constitui uma “injustiça histórica”.

“Não é aceitável dizer-se ao interior que se encerram hospitais, tribunais, repartições de finanças, seja o que for, e depois para as pessoas terem acesso aos mais básicos instrumentos de serviço público têm de andar em estradas, onde, ainda por cima, pagam portagens. Portanto isto é uma asfixia dupla do interior”, referiu Catarina Martins.

*Lusa

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