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Festival Y#13 realiza espetáculos na Covilhã e em Castelo Branco

O Festival Y#13 – festival de artes performativas prossegue na Covilhã com “Danças a Nascer”, da Pé de Pano, dirigido a crianças do ensino pré-escolar, no dia 16 de janeiro.

Este espetáculo é complementado com a realização de uma Oficina de Movimento a decorrer nos Jardins de Infância de Canhoso, Cantar Galo, Orjais, Teixoso e Vila do Carvalho, nos dias 17 e 18 de janeiro.

No dia 18 de janeiro o Hotel Europa apresenta “Portugal Não É Um País Pequeno”.

Após o espetáculo decorre a penúltima sessão da Comunidade de Espetadores.

Castelo Branco acolhe também o Festival Y#13 com a apresentação daquele que foi considerado pelo Expresso um dos melhores espetáculos de dança de 2017, “Vespa”, de Rui Horta, no dia 19 de janeiro.

Pé de Pano > Danças a Nascer

16.janeiro.2018 | 14h30 [Auditório Teatro das Beiras]

Sinopse

Danças a Nascer é um espetáculo que liga a Dança e a força sonhadora das imagens sugeridas pelas palavras. Constrói-se a partir das perguntas: como podem as Danças Nascer? ou, de onde partimos para criar uma coreografia? Tendo uma componente visual muito forte, explora o Desenho em tempo real e a Dança que, em conjunto ou de forma alternada, vão modificando o espaço que tão depressa é concreto como logo a seguir se torna abstrato e poético.

Brinca-se com sensações e emoções, a suavidade, a curiosidade, a alegria, a velocidade, a fúria, o ser pequeno e muito comprido, rastejar ou voar. Brinca-se com histórias tão antigas como o nascimento e a evolução do tempo, do homem e da linguagem.

Num movimento cúmplice, aquele que parece ser o espaço exclusivo da performer transforma-se: os meninos são solicitados para a cena como num jogo, para experimentarem, apelando à sua memória, cores, sons, papel, ao seu próprio movimento e corpo. O Espetáculo torna-se Oficina, por momentos, mas volta a si. A performerrecupera o seu lugar. E tudo poderia entretanto recomeçar…

Ficha artística

Direção artística e pedagógica, Interpretação: Maria Belo Costa

| Cocriação, Apoio pedagógico e Desenho em tempo real: Raquel Fradique | Escolas participantes e Cocriação: EB1 de Alcains, EB1 de Tinalhas e EB1 de Escalos de Cima | Apoio às sessões pedagógicas: Manuel Filipe | Consultoria artística: Ainhoa Vidal e Quarta Parede – Associação de Artes Performativas da Covilhã | Coordenação técnica, Sonoplastia e Desenho de luz: pedro Fonseca/colectivo, a.c. | Design gráfico e Fotografias: Helder Milhano | Figurinos: Joana Carvalho | Jomanik | Produção: Pé de Pano – Projectos Culturais

Teatro/Dança | Duração: 40 min. | Classificação etária: maiores 3 anos

Espetáculo “Hotel Europa, Portugal não é um país pequeno

Hotel Europa > Portugal Não É Um País Pequeno 

18.janeiro.2018 | 21h30 [Auditório Teatro das Beiras]

Sinopse

Portugal Não É Um País Pequeno reflete sobre a ditadura e a presença portuguesa em África, em particular a vida dos antigos colonos portugueses através dos seus testemunhos reais.

O texto deste espetáculo foi criado através de um processo de verbatim, que significa copiado palavra por palavra, o que se traduziu na escrita de um texto de teatro que utiliza fielmente as palavras das pessoas entrevistadas sobre a sua vida em África no Período Colonial Português.

A metodologia seguida combinou a recolha de testemunhos dessas pessoas e uma detalhada pesquisa de historiográfica, criando um texto que retrata a complexidade da história recente em Portugal, no caso do fim do colonialismo português.

Com este trabalho quero investigar histórias reais que se tornaram memórias e que com o tempo foram herdadas; estou interessado em situações onde as pessoas reais contribuem para contestar e reconstruir identidades culturais; estou interessado na forma como o teatro pode contribuir para a reescrita da história, dando voz a um grupo silenciado, trabalhando assim na transmissão da memória entre gerações.

Ficha artística

Criação e Interpretação: André Amálio | Assistência de Encenação/Coreografia: Tereza Havlíčková | Criação musical e Interpretação: Pedro Salvador | Cenografia: Pedro Silva | Produção: Hotel Europa

Teatro documental | Duração: 90 minutos | Classificação etária: maiores 12 anos                                              

Rui Horta > Vespa         

19.janeiro.2018 | 21h30 [Cine Teatro Avenida]

Sinopse

Uma peça, sobre uma cabeça a explodir, sobre o que nem sequer falhámos porque nos coibimos de cumprir.

Na dupla condição de voyeur, a do outro e a de si próprio, o público compõe o tétris do personagem em cena, desafiando a sua própria conceção do registo público e privado.  Este solo é uma possibilidade, uma fractal, marca fugaz.

Rui Horta é um veterano selvagem. Só essa condição lhe permite hoje a ousadia e a obstinação de voltar ao palco após 30 anos de ausência.
Ou é ou não é. Então, que seja. Que haja luz, fogo, dor e, sobretudo, corpo. Que haja um raio que ilumina e destrói. Mas que haja. Que seja.

Uma vespa dentro da cabeça, um zumbido a roer o pensamento.

 

Ficha artística

Coreografia, Iluminação, Interpretação: Rui Horta | Música original: Tiago Cerqueira | Participação especial: Tomé Galvão Fernandes | Aconselhamento artístico: Tiago Rodrigues, Marlene Monteiro Freitas | Apoio dramatúrgico: Pia Krämer, Mariana Brandão | Direção técnica: Tiago Coelho | Direção de produção e difusão: Mariana Brandão | Produção executiva: O Espaço do Tempo                         

Dança/Performance | Duração: 60 minutos (aprox.)

| Classificação etária: maiores 16 anos 

 

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