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Peggy Bonilla (México), com a Casa Comum das Tertúlias, na Casa da América Latina em Lisboa

A Casa Comum das Tertúlias (CCT) e a Editora Calígrapho vão  apresentar o livro “Llamados a misa” [Chamados à Missa] de Peggy Bonilla (México), no dia 2 de março, pelas 18h30, na Casa da América Latina em Lisboa.
O livro será apresentado pela escritora Isabel Hagos (Portugal).
A obra a ser apresentada está em espanhol e francês, mas serão lidos poemas (um publicado no livro) em português de Peggy Bonilla, todos traduzidos por Luís Norberto Lourenço.
A narrativa de “Llamados a misa” pode considerar-se parte da história oral do México, e aborda o tema da Guerra Cristera, que se consubstanciou no conflito armado entre Igreja e Estado entre os anos 1926 e 1929.
Relata a história dos que não tendo combatido, sofreram os combates.
A opinião oficial tem uma versão sobre os factos, e agora Peggy Bonilla, originária da região (Estado de Zacatecas) onde ocorreram os confrontos e que saiu imensamente afectada pela guerra, aborda o tema desde um angulo diferente.
Nem com Deus nem com o diabo, explica.
Para isto documentou-se, acedeu às informações do seu pai e realizou interessantes entrevistas expostas neste livro, que vai na sua 3ª edição.
Peggy Bonilla Castañeda (Valparaíso, Zacatecas, México, 1950 -), é uma jornalista e escritora mexicana.

Entrevista de rádio

Estudou jornalismo na Escuela de Escritores SOGEM Guadalajara e, na Universidad Autónoma de Baja California (UABC) frequentou Oficinas de Criação Literária.
Autora de poesia, ensaios e narrativa, publicou várias obras como “Coloquio de Melancolías”, “El cielo no es azul”, “Los Secretos de la Doñita”, “La Coronela Valentina”, “De la lujuria al olvido”, “Llamados a misa”, “Leyendas y costumbres de México”, e várias plaquetts como “Los hombres del túnel”, “Escritores de Ensenada”, “Charlie Chaplin”, “Mujeres de la Revolución Mexicana” e “La Décima musa”.
Peggy Bonilla ganhou vários prémios ao longo da sua carreira.
Foi premiada de “Mujer Destacada” em Santiago del Estero (Argentina), venceu também um prémio pelo “Día de la Mujer” em Ensenada, Baixa California (México), um prémio por parte do IMSS [o SNS mexicano] em Guadalajara (México), e foi ainda premiada em Valparaíso, Zacatecas (México).
Publicou na imprensa escrita e trabalhou em televisão e rádio durante dois anos.
Está incluída em 30 Antologias, mexicanas e internacionais, e atualmente produz “Las nueve musas”, programa de rádio na internet emitida desde ICAVS, Arvisa Medios (Guadalajara, México).
Este evento cultural representa o regresso da Casa Comum das Tertúlias aos eventos em Portugal, depois de 5 anos em exclusivo com eventos no México: Guadalajara, Zapopan, Celaya, Morelia…
Fundada em Castelo Branco no dia 5 de outubro de 2001, para assinalar o aniversário republicano, com iniciativas em Portugal, na Espanha e no México.
É a primeira iniciativa conjunta organizada com a editora Calígrapho, de Margarida Santos.
A apresentadora do livro, Isabel Hagos, é autora de vários livros de poesia, a nosso convite apresentou dois livros em Castelo Branco em 2006.
À Casa da América Latina (CAL) em Lisboa, aa editora agradece que acolha um evento com a sua chancela, pela primeira vez.
 

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