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Cartaxo e Salvaterra de Magos suspendem circulação na Ponte Rainha D. Amélia

As Câmaras Municipais do Cartaxo e de Salvaterra de Magos decidiram suspender a circulação na centenária ponte Rainha D. Amélia, que atravessa o Tejo ligando Porto de Muge a Muge, a partir das 20:00 de hoje.
A decisão é justificada com o “agravamento previsto das condições atmosféricas, com ocorrência de ventos fortes, resultantes da tempestade Félix” e também devido ao aumento do caudal do Rio Tejo, e respetiva corrente, recordando os dois municípios, num comunicado conjunto, que foi acionado o Plano Especial de Emergência para as Cheias na Bacia do Tejo.
Por outro lado, os executivos municipais do Cartaxo e de Salvaterra de Magos (ambos do distrito de Santarém) sublinham que aguardam, há várias semanas, “os relatórios técnicos [sobre o estado da ponte] solicitados à Infraestruturas de Portugal e cujo resultado ainda não conhecem”.
Os dois municípios afirmam que a decisão foi tomada com o conhecimento das Infraestruturas de Portugal (IP), e em coordenação com o Comando Distrital da GNR e com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém.
“O presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, Pedro Magalhães Ribeiro, e o presidente da Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, Hélder Manuel Esménio, consideram a segurança das pessoas o primeiro valor a preservar”, afirma a nota.
Os dois autarcas asseguram que a circulação será reaberta assim que a IP garanta que esta “pode ser retomada com total segurança para pessoas e veículos e/ou logo que as condições atmosféricas que justificaram a adoção desta medida excecional estejam ultrapassadas”.
O comunicado recorda que os dois municípios colocaram, no passado dia 14 de fevereiro, limitações à circulação a 30 quilómetros/hora e a veículos até 3,5 toneladas “nesta importante infraestrutura regional, em resultado das recomendações preliminares oriundas da IP”.
Nessa ocasião, foram anunciadas “medidas a adotar de imediato”, como a reparação dos apoios do tabuleiro, danificados pelo excesso de carga, dada a “utilização abusiva” da ponte por veículos que “ultrapassam largamente as restrições impostas” pela então Junta Autónoma de Estradas (JAE), na altura da adaptação da ponte ferroviária em rodoviária (1996).
*Lusa / Foto: MadreMedia

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