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“Guerra surda” no PS de Castelo Branco


O diário Público noticiou na semana passada que a Câmara de Lisboa simulou consultas ao mercado para contratar empresas de Joaquim Morão.
O ex-autarca de Castelo Branco e e membro da Comissão Política Nacional do PS, foi consultor da Câmara de Lisboa até Setembro. Para o contratar, o município simulou uma consulta ao mercado, recorrendo por duas vezes a duas empresas de um amigo de Morão que, não respondendo lhe permitiu vencer os concursos públicos.
Surge um desmentido da Câmara Municipal de Lisboa referindo que fora “escrupulosamente” seguido o Código dos Contratos Públicos. Que Joaquim Morão fora de uma “dedicação e competência inexcedível” no cumprimento dos dois contratos e que “uma vez concluídos os trabalhos de preparação do programa de investimentos é intenção da CML continuar a contar com a colaboração de Joaquim Morão no apoio à sua execução”. O Público vem com novo artigo assegurando que a CML omite é que, por deliberação do seu órgão executivo, publicada no Boletim Municipal nº 894, segundo suplemento, de 7 de Abril de 2011, tais consultas não são facultativas, mas sim obrigatórias.

O estranho “timming” das notícias

No círculo político de Joaquim Morão este foi considerado um “ataque pessoal movido dentro do PS local” e estranham o “timming” das notícias, já que surge num “momento quente da política local”. Em causa ainda a demissão de Valter Lemos da presidência da Assembleia Municipal de Castelo Branco.
Embora tenha afirmado que a decisão não tinha razões políticas e que era do “foro estritamente pessoal”, tal atitude surge após ter perdido as eleições para a presidência do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Uma situação que desagradou de sobremaneira a Joaquim Morão, “e que não o escondeu publicamente”.
Em causa uma eventual “quebra de solidariedade política” com Valter Lemos por figuras cimeiras da política socialista, o que terá aberto uma “fissura” dentro do PS local. Com a guerra interna ao rubro, estas “notícias sobre uns contratos de 2015, são no mínimo estranhas”, assegura fonte próxima de Joaquim Morão. “Alguém comprou uma guerra!”.
*Publicado ao abrigo de parceria com http://www.imperativoonline.pt/
 
 

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