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Oleiros aconselha apicultores a tomar medidas de prevenção contra a Vespa Asiática

O Gabinete Técnico Florestal/ Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) foi alertado por um popular para o avistamento de um exemplar de vespa asiática no Lugar de Senhora das Candeias, Freguesia Oleiros-Amieira.
Os técnicos do Município deram início ao processo de identificação e aguardam apenas a confirmação da Direção Geral de Alimentação e Veterinária.
Sendo uma espécie predadora de abelhas, o SMPC, alerta os apicultores do concelho para tomarem as medidas de prevenção necessárias de forma a evitar eventuais ataques a colmeias.
A vespa velutina é uma espécie asiática, sendo que a subespécie introduzida na Europa é a Vespa velutina nigrithorax, também chamada de “vespa das patas amarelas”.
A sua presença foi confirmada em Portugal em 2011, a Norte do País, tendo vindo desde então a expandir-se progressivamente, estando claramente a avançar pela costa e pelo interior do território nacional.
O principal efeito negativo da presença desta espécie manifesta-se na apicultura, por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas.
No entanto, não representa particular ameaça para as pessoas.
A Vespa velutina é uma vespa de grandes dimensões (conheça o seu aspeto aqui).
A cabeça é preta com face laranja/amarelada.
O corpo é castanho-escuro ou preto, aveludado, delimitado por uma faixa fina amarela e com um único segmento abdominal amarelado-alaranjado, o que torna difícil de a confundir com qualquer outra espécie.
As asas são escuras e as patas castanhas com as extremidades.
O tamanho da Vespa velutina varia de acordo com o alimento, o lugar e a temperatura, sendo contudo uma das maiores espécies de vespas.
A rainha pode ter até 3,5 cm. Os ninhos, constituídos por fibras de celulose mastigadas, têm uma forma redonda ou em pera, com uma abertura semelhante a uma saída lateral, podendo atingir um metro de altura e cerca de 50-80 cm de diâmetro, e são geralmente construídos em árvores com altura superior a 5 metros (conheça o seu aspeto aqui).
Cada ninho pode albergar cerca de 2 000 vespas e 150 fundadoras, que no ano seguinte poderão vir a criar pelo menos seis ninhos.
O SMPC solicita por isso a colaboração da população no sentido de identificar esta vespa e os seus ninhos, comunicando a sua localização ao Município.
A destruição dos ninhos é da responsabilidade da Câmara Municipal da área onde se registe a sua ocorrência ou de outra entidade que seja por si autorizada, devendo ser, sempre que possível, acompanhada pelo proprietário/arrendatário do prédio em causa.
 
 
 

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