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BeiraNews | Maio 22, 2018

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Cinco concelhos de quatro distritos do continente em risco muito elevado de incêndio

Cinco concelhos de quatro distritos do continente em risco muito elevado de incêndio
José Lagiosa

Cinco concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Santarém e Castelo Branco apresentam hoje um risco muito elevado de incêndio, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em risco muito elevado de incêndio estão os concelhos de Castro Marim (Faro), Gavião (Portalegre), Mação (Santarém) e Proença-a-Nova e Vila Velha de Ródão (Castelo Branco).

O IPMA colocou também em risco elevado de incêndio cerca de meia centena de concelhos dos distritos de Faro, Portalegre, Castelo Branco, Santarém, Aveiro, Guarda, Viseu, Bragança e Vila Real.

O risco de incêndio determinado pelo IPMA engloba cinco níveis, que podem variar entre o reduzido e o máximo.

O cálculo é feito com base nos valores observados às 13:00 em cada dia relativamente à temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.

Na terça-feira, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou para o aumento do perigo de incêndio florestal, especialmente no interior norte e centro, devido ao tempo quente e seco previsto até quinta-feira.

Num aviso à população, a ANPC adianta que, em função da previsão do tempo quente e seco e vento moderado, são expectáveis condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais, com especial incidência no interior norte e centro.

O alerta da Proteção Civil surge após a informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) indicando que, a partir de hoje e até quinta-feira, as previsões apontam para um período de tempo seco, com subida de temperatura para valores na ordem dos 30 graus centígrados, vento moderado e redução dos valores referentes à humidade relativa do ar.

Nesse sentido, a ANPC indica que, de acordo com as disposições legais em vigor, para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja superior ao nível elevado, não é permitido a realização de queimadas, nem de fogueiras, a utilização de equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos, queimar matos cortados e proibido fumar nos espaços florestais e vias que os circunde, bem como lançar balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes.

Na realização de trabalhos agrícolas e florestais, a Proteção Civil refere que não é aconselhável o uso do fogo nos próximos três dias.

O combate aos incêndios teve na terça-feira o primeiro reforço de meios com a entrada em vigor do agora denominado “nível II”, mas dos 32 meios aéreos previstos apenas estão disponíveis 13.

A Diretiva Operacional Nacional (DON), que estabelece o dispositivo especial de combate a incêndios rurais (DECIR) para este ano, indica que, até 31 de maio, os meios vão ser reforçados, integrando neste período até 6.290 elementos e até 1.473 veículos dos vários agentes presentes no terreno.

*Lusa / Foto: jornaldoluxemburgo.com

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