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Incêndios sem consequências para qualidade da água das praias de Proença-a-Nova

O presidente da Câmara de Proença-a-Nova afirmou hoje que os incêndios não afetaram as bacias hidrográficas que abastecem as praias fluviais do concelho e adiantou que a época balnear arranca no dia 15.

“Os incêndios [de 2017] não causaram danos relativamente à água das praias fluviais. Não houve problemas, felizmente, visto que as bacias hidrográficas que as abastecem não foram afetadas”, afirmou à agência Lusa o presidente da Câmara de Proença-a-Nova, João Lobo.

O autarca explicou que a época balnear estende-se até ao dia 09 de setembro nas três praias fluviais sob gestão municipal – Fróia, Malhadal e Aldeia Ruiva -, sendo que a primeira renovou o galardão de praia com qualidade de ouro em 2018, selo atribuído pela associação ambientalista Quercus a apenas 39 praias interiores.

“Naturalmente que esta é uma notícia que nos orgulha enquanto município e enquanto responsáveis pela gestão desta infraestrutura que é central na promoção turística do nosso concelho”, sublinhou.

João Lobo adiantou ainda que a Câmara estabeleceu um protocolo com os bombeiros de Proença-a-Nova para a cedência de 10 nadadores salvadores que irão fazer a vigilância destas três praias fluviais.

Também as zonas balneares de Alvito da Beira e da Cerejeira vão estar à disposição dos veraneantes e, à semelhança dos anos anteriores, a autarquia disponibiliza transporte em autocarros, com partidas às terças e quintas-feiras do Posto de Turismo de Proença-a-Nova, percorrendo de forma rotativa as cinco praias do concelho e ainda as piscinas públicas de São Pedro do Esteval e da Pedra do Altar.

“Sendo o turismo uma área prioritária para o nosso território, a autarquia tem o compromisso de continuar a valorizar as suas praias fluviais, seja através da introdução de novos equipamentos, como fizemos com o parque aquático Fluvifun no ano passado no Malhadal, seja através de projetos de requalificação como aquele que temos preparado para a Aldeia Ruiva e que, esperamos, seja objeto de financiamento comunitário a breve prazo”, concluiu.

*Lusa / Foto: arquivo

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