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Sexta-feira, Junho 18, 2021
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CCV da Floresta e SerQ assinam protocolo de colaboração técnica e científica

Assinatura foi feita durante a Sessão Solene do Dia do Município

O Centro Ciência Viva da Floresta e o SerQ – Centro de Inovação e Competências da Floresta assinaram um protocolo de colaboração técnica e científica durante a realização da Sessão Solene do Município de Proença-a-Nova, a 13 de junho, que decorreu nas instalações do CCV da Floresta.
“Visa o presente protocolo abranger as atividades de investigação, comunicação e divulgação de ciência e tecnologia, bem como a colaboração em atividades lúdico-didáticas de ambas as instituições, criando desta forma uma sinergia e uma complementaridade de competências que irão valorizar a necessidade de atualização contínua do conhecimento científico para uma gestão eficaz do meio ambiente, promovendo a transferência de conhecimento e tecnologias entre centros de investigação, empresas e a comunidade”, sintetizou Edite Fernandes, diretora executiva do CCV da Floresta.
Paulo Farinha Luís, presidente do SerQ, com sede na Sertã, considera que também é através de protocolos desta natureza que se empreende, promovendo a ciência.
“Esta é a única forma destes territórios alcançarem mais gente, a cooperação é a melhor forma de crescermos e de promovermos o melhor que temos. E quando estamos a falar da área da produção do conhecimento científico, da área que promove e pretende aumentar o valor acrescentado dos currículos que temos na nossa região, estamos com certeza a dar um importante passo para aquilo que é a criação de riqueza e a fixação de população”, referiu.
Para o presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova, o protocolo assinado “é um sinal muito positivo de cooperação de duas instituições que, em campos diferentes, acredito que partilham da mesma visão que queremos para a nossa floresta, tirando partido de uma força conjunta para a promover, bem como aos concelhos de Proença-a-Nova e da Sertã e toda a nossa região. É vital esta complementaridade entre municípios, em lógicas de cooperação para ultrapassar o velho paradigma de competição só porque sim. Há uma necessidade premente que esta mudança seja efetiva, para da competitividade estéril passarmos à complementaridade”, referiu João Lobo.
São várias as áreas de cooperação estabelecidas no protocolo, desde a criação de eventos SerQ-CCVF, realização de projetos em domínios de interesse comuns, colaboração na formação técnica de estudantes e apoio à realização de teses académicas, divulgação conjunta das ações desenvolvidas e acesso às instalações de ambos os centros.

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