Image Image Image Image Image Image Image Image Image Image
       

BeiraNews | Junho 4, 2020

Ir para o Topo

Topo

Sem Comentários

Empresa privada reconstruiu casa destruída pelos incêndios na Madeirã

Empresa privada reconstruiu casa destruída pelos incêndios na Madeirã
José Lagiosa

A empresa DDN – Gestão, Coordenação e Fiscalização, sediada em Lisboa, entregou no passado dia 30, as chaves da casa que reconstruiu na Madeirã e que tinha sido destruída pelos incêndios em outubro de 2017.

O movimento “Renascer das cinzas, já!”, teve origem na DDN, na Checkhouse e nos seus colaboradores que, depois dos incêndios de Outubro, devido à burocracia das entidades oficiais em concretizar rapidamente a reconstrução das primeiras habitações, entenderam ser urgente ajudar as famílias mais vulneráveis.

Sendo ambas as empresas do domínio da Gestão da Construção, os seus colaboradores pretenderam colocar ao serviço dos mais afetados e necessitados, as suas competências profissionais com um único fim: ajudar quem mais precisa, num momento muito difícil para muitas famílias Portuguesas.

Depois de contactar o Município, que indicou os casos mais críticos de famílias desalojadas, explicando o seu quadro de dificuldades e premência de necessidades, esta empresa selecionou uma família composta por cinco elementos (dois adultos e três crianças) localizada na freguesia de Madeirã.

O antes e o depois da reconstrução efetuada pela DDN

O projeto “Renascer das Cinzas, já!” iniciou no dia 28 Outubro a reabilitação desta casa e de uma forma muito célere, concluiu a obra e entregou a casa pronta a habitar na passada quarta-feira.

Na presença da proprietária da casa, do presidente da Câmara Municipal, do pároco da Freguesia, do presidente da Junta de Freguesia e associados da empresa, a DDN entregou as chaves da nova casa de Fiona Macleod, do marido e das três filhas menores.

Fiona mostrou, orgulhosa, a sua nova casa e explicou, os planos que tem, para cada divisão.

Depois da visita à casa que agora se ergueu, o sentimento geral foi de agradecimento, não só pela obra em si, mas pela deslocação até ao Interior do país que demonstra o altruísmo e a cidadania de uma empresa privada sem quaisquer ligações pessoais com os beneficiários e até com o concelho em si.

Carlos Oliveira e João Mação transmitiram a rapidez com que esta ação de solidariedade ganhou maiores dimensões, envolvendo funcionários/parceiros/clientes de uma forma que nunca esperaram que acontecesse.

Carlos Oliveira relembrou ainda que a própria empresa já passou momentos menos bons e que tiveram sempre a felicidade de prosperar, pelo que considera que é apenas natural ajudar quem necessita para que possam voltar a erguer-se.

Os olhos brilhantes de Fiona Macleod falaram por si, e entre sentidos agradecimentos, transmitiu que “esta é uma nova oportunidade e sem esta ajuda não poderia continuar a viver em Portugal com as minhas filhas”.

Para o presidente da Câmara, Fernando Jorge, este é um exemplo de como é possível concretizar um projeto em tempo útil, fazendo face a um problema urgente e que acabou por resolver-se antes de todas as ajudas estatais.

Comentar