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Concurso público para o colégio de São Fiel em Castelo Branco fica sem propostas

O concurso público no âmbito do programa Revive para a instalação de uma unidade hoteleira no Colégio de São Fiel, em Castelo Branco, ficou sem propostas até ao final do prazo, que terminou no dia 01 de agosto.
Recebemos contactos e manifestações de interesse sobre o concurso do Colégio de São Fiel, mas não foram apresentadas propostas até ao final do prazo”, afirmou hoje à agência Lusa fonte da Secretaria de Estado do Turismo.
O Governo lançou o concurso público para a instalação de uma unidade hoteleira no Colégio de São Fiel, em Castelo Branco, um dos 33 imóveis inscritos no programa Revive e que ardeu nos incêndios de agosto de 2017, a 28 de março deste ano, sendo que os investidores interessados tinham 60 dias para se candidatar.
Contudo, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, decidiu prorrogar o prazo do concurso até ao dia 01 de agosto de 2018, alegando que o prazo inicial tinha sido curto e havia a necessidade de o prolongar.
Em junho, em declarações à agência Lusa, Ana Mendes Godinho realçou a importância de se encontrar uma solução viável para o imóvel situado em Louriçal do Campo, no concelho de Castelo Branco.
“O que é importante é garantir que encontramos uma solução para o imóvel. Também estamos a trabalhar em vários cenários para ver que soluções podemos encontrar, caso no âmbito do Revive não seja encontrada uma solução. Eu gostaria que fosse. Aliás, esse é o objetivo do Revive”, afirmou.
Terminado o prazo do concurso no âmbito do Revive, a 01 de agosto de 2018, e sem propostas concretas, a Secretaria de Estado do Turismo confirmou à Lusa que está a estudar alternativas para o imóvel.
“Estamos neste momento a estudar alternativas com a Câmara Municipal de Castelo Branco”, sublinhou.
O Colégio de São Fiel é um dos 33 imóveis inscritos no Revive, um programa conjunto dos ministérios da Economia, Cultura e Finanças, com a colaboração das autarquias locais, cujo objetivo passa pela valorização e recuperação do património sem uso, bem como pelo reforço da atratividade dos destinos regionais e o desenvolvimento de várias regiões do país.
O lançamento do concurso público para a recuperação deste imóvel tinha como objetivo impulsionar a recuperação económica desta zona afetada pelos incêndios de 2017, bem como dinamizar a atividade turística na região Centro.
*Lusa / Foto: construir.pt

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