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Terça-feira, Novembro 24, 2020
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BE diz que SEF de Castelo Branco está numa situação insustentável

O Bloco de Esquerda (BE) disse hoje que o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) de Castelo Branco está numa situação insustentável pela falta de recursos humanos, o que põe em causa o funcionamento do serviço.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a Comissão Coordenadora Distrital de Castelo Branco do BE afirma que a situação é puramente burocrata, devido à “grande falta de meios humanos” e critica o facto de o serviço de marcações do SEF local “não estar a funcionar nas melhores condições e de estar numa situação insustentável”.

O partido adianta que o SEF continua a funcionar em Castelo Branco, mas que o serviço de marcações de renovações foi centralizado, isto é, passou a ser possível efetuar a marcação ‘online’, de qualquer parte do país, não se respeitando as especificidades de cada distrito.

“Para além das centenas de estrangeiros a viver no distrito [Castelo Branco], esta situação também causa enormes constrangimentos aos mais de 1.000 estudantes não europeus da Universidade da Beira Interior (UBI). Temos conhecimento de que, neste momento, em Castelo Branco, nos próximos meses, não há vagas para este serviço, o que afeta fortemente os estudantes que vêm para UBI, e não só, como consequentemente também prejudica o Instituto Politécnico de Castelo Branco”, lê-se na nota.

Segundo o BE, neste momento, com a chegada de muitos alunos estrangeiros, este serviço é essencial. O BE adianta que com a política de centralização de alguns serviços como solução para diminuir a despesa, mais uma vez se retirou a eficiência a um serviço no Interior.

“Numa altura em que deveria ser prioridade a urgência de povoamento no Interior, que também deve ser feita pela atração de imigrantes, esta situação não é a mais favorável. Isto pode por em causa os 90 dias que os estrangeiros não europeus podem permanecer no nosso país, que consequentemente ficarão ilegais”, refere.

O BE diz que vai avançar com questões às autoridades competentes para que esta “demora gigantesca” se veja reduzida, já que esta situação coloca as pessoas numa vulnerabilidade injustificável.

*Lusa / Foto: António José

 

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