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Festival MUVI despede-se de Lisboa em novembro e ruma a Almada em 2019

O MUVI – Festival Internacional de Música no Cinema muda-se em 2019 para Almada, mas antes faz uma edição de balanço e despedida de Lisboa, só com filmes portugueses, em novembro, no Cinema São Jorge, foi esta terça feira anunciado.
De 08 a 11 de novembro, o MUVI mostrará “alguns dos filmes mais emblemáticos que exibiu ao longo dos anos, sempre com a presença de realizadores e alguns amigos bem conhecidos do meio musical”, refere em comunicado.
A edição seguinte do MUVI, o festival português dedicado em exclusivo ao cinema sobre música, decorrerá de 21 de fevereiro a 03 de março de 2019 em Almada, com local ainda a anunciar.
Em Lisboa, na edição de balanço e sem qualquer competição, o MUVI mostrará 11 documentários, a maioria já exibidos em edições anteriores, embora haja algumas estreias.
É o caso de “Heavy Metal Portugal – O Documentário”, de João Mendes, que é considerado o primeiro filme documental sobre o heavy metal português, com testemunhos de vários grupos, em particular dos Moonspell.
“Este filme surgiu muito para não se perder a memória destas bandas e das pessoas envolvidas. Foi muito nesta linha e com o poder de ir buscar o máximo de testemunhas possíveis destas pessoas. Este estilo de música é um nicho e ficou um bocado negligenciado”, contou João Mendes à agência Lusa no início de outubro.
Outra das estreias em novembro no MUVI será “Sarapanta”, documentário contemplativo do jornalista Cristiano Pereira (que assina como Cristiano Saturno) rodado no Alasca, onde esteve a filmar auroras boreais.
No MUVI em novembro será possível recordar, entre outros, “Meu Caro Amigo Chico”, filme de Joana Barra Vaz sobre Portugal, a partir de uma música de Chico Buarque e com a participação de vários músicos portugueses.
A este documentário junta-se, entre outros, “A sétima vida de Gualdino”, de Filipe Araújo, sobre o baterista Gualdino Barros, “Pontas Soltas”, de Ricardo Oliveira sobre o processo de gravação de um álbum dos Capitão Fausto, e “Auto Rádio”, de Gonçalo Pôla, sobre a digressão do álbum homónimo de Benjamim.
Será ainda possível recordar dois nomes da música portuguesa que morreram recentemente: A fadista Celeste Rodrigues, com o filme “Celeste”, de Diogo Varela Silva, e o guitarrista Filipe Mendes, com “Phil Mendrix”, de Paulo Abreu.
A sessão de encerramento do MUVI lisboeta será com “Farewell”, de Ricardo Clara Couto e Rui Portulez, documentário sobre a primeira década dos portugueses Sean Riley & The Slowriders.
Durante o MUVI estarão patentes no São Jorge as exposições “Caminhos de Ser Feliz”, de Ana Cláudia Silva, e “The Road”, de Graziela Costa.
*Lusa / Foto: ANTÓNIO COTRIM

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