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Distrital do PSD não quer em Castelo Branco uma Secretaria de Estado do “faz de conta”

A distrital do PSD de Castelo Branco afirmou hoje que não quer na cidade uma Secretaria de Estado do “faz de conta” e apelidou de “hipócrita” a decisão de ali instalar o gabinete do Governo da Valorização do Interior.
“Não queremos uma Secretaria faz de conta, durante uns meses, para agradar à clientela socialista local, para, no final desses meses, se mudar a orgânica e a Secretaria de Estado não ter passado de um pesadelo de fim de semana. Queremos a reabertura dos serviços encerrados”, refere, em comunicado, aquela estrutura partidária.
Os sociais-democratas falam do encerramento de serviços de interesse público, como os correios, seguros, serviços bancários e outros, em vários concelhos do distrito de Castelo Branco, e adiantam que são precisos não mais encerramentos, mas sim um plano de ação que promova estratégias orientadas para o desenvolvimento integrado destas regiões, com medidas profundas e arrojadas.
O gabinete do secretário de Estado da Valorização do Interior, João Paulo Catarino, fica sediado em Castelo Branco, anunciou recentemente o ministro-adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, no parlamento, durante um debate sobre o Interior.
João Paulo Catarino, até então responsável pela Unidade de Missão para a Valorização do Interior, é antigo presidente da Câmara de Proença-a-Nova, município do distrito de Castelo Branco.
“Temos um Governo que jura a pés juntos a sua preocupação pelo Interior. Começou por criar uma unidade de missão que foi um rotundo fracasso, para depois a transformar num gabinete de reflorestação na sequência dos incêndios de Pedrógão, para agora a ter convertido numa Secretaria de Estado a sediar em Castelo Branco, uma decisão hipócrita, numa altura em que os serviços de interesse público, todos os dias, encerram na nossa região”, sustentam os sociais-democratas.
A distrital do PSD saúda o agendamento da criação de um estatuto fiscal amigo do interior, um tema pelo qual tem lutado ao longo dos anos e que se enquadra na sua estratégia, designadamente quando os sociais-democratas apresentaram a iniciativa para a criação do estatuto dos territórios de baixa densidade, que consideram essencial para dissipar o profundo desequilíbrio do país.
“Esse é o desafio que a Distrital do PSD Castelo Branco lança ao secretário de Estado da Valorização do Interior. Que pare, imediatamente, com os encerramentos de serviços no distrito de Castelo Branco, que acabe, de uma vez por todas, com as portagens na A23 e que aprove, para bem da região, o estatuto dos territórios de baixa densidade”, sublinham.
Adiantam ainda que, recentemente, foi apresentado um pacto de medidas efetivas para o Interior, medidas que dizem ser diferenciadoras ao nível dos benefícios fiscais aos empresários que se instalem no Interior, deduções de encargos com transportes para os residentes, reforço das deduções de despesas com educação e imóveis para os contribuintes residentes em territórios do Interior.
“Todas estas medidas foram chumbadas pelo PS, PCP e BE. Não somos todos iguais. Nunca no período da ‘troika’ em Portugal se encerraram os serviços públicos de proximidade. Agora, no período de governação das Esquerdas Unidas, não há sede de concelho que consiga escapar ao encerramento de serviços”, concluem.
*Lusa / Foto: Arquivo

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