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Segunda-feira, Novembro 30, 2020
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Catarina Martins defende que se combatem populismos com “respostas concretas” como “saúde para todos”

A coordenadora do Bloco de Esquerda defendeu hoje que os populismos se combatem com “respostas concretas”, e pediu uma lei de bases da saúde que garanta o acesso “a toda a gente e não seja negócio de uns poucos”.
Numa sessão pública em Lisboa com o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) brasileiro, Guilherme Boulos, Catarina Martins afirmou que, no Brasil, na Europa ou em Portugal, o combate aos extremismos passa por “respostas concretas e solidariedade internacionalista”.
“Quando alguém aqui nos diz que, se calhar Portugal é um pais diferente, mas que é preciso ter cuidado com os populismos, o que é preciso é responder à gente”, defendeu.
Para Catarina Martins, essa resposta tem de ser dada em áreas como a habitação, os transportes, a educação — apontando a generalização dos manuais gratuitos -, mas também na saúde.
“Responder há de ser uma lei de bases da saúde que garanta o acesso à saúde a toda a gente e não seja negócio de uns poucos”, afirmou, num reparo implícito à Lei de Bases da Saúde aprovada pelo Governo esta semana.
Catarina Martins, que no final da sessão não prestou declarações à comunicação social, abordou de passagem na sua intervenção outro dos temas da semana, o acordo alcançado entre os estivadores do porto de Setúbal e as autoridades portuárias, com mediação do Governo.
“Responder quer dizer que, quando nós vemos os estivadores a conseguirem um contrato de trabalho, sabemos que a seguir os trabalhadores do ‘call center’ também terão um contrato de trabalho”, apontou.
Para a coordenadora do Bloco, “responder por uns, responder por umas, é responder por todos, responder por todas”.
“É dessa matéria que somos feitos: aqui, no Brasil e por toda a Europa”, afirmou, garantindo apoio aos compatriotas brasileiros na sua “luta nas ruas”.
A coordenadora do BE salientou que, antes da eleição do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, houve quem, em Portugal, tivesse “tomado posições ambíguas, dizendo que defendia a democracia”.
“A ambiguidade não pode morar aqui”, apelou.
*Lusa / Foto: ANTÓNIO COTRIM

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