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Ano novo, vida nova?

Estamos à beira de mais um Novo Ano!
Será 2019, um ano de uma vida nova para os portugueses, ou antes pelo contrário, será um ano igual a tantos outros que já passaram pelas nossas vidas?
Em ano de eleições europeias e legislativas, é bom pensar que as promessas que irão ser feitas aos portugueses, não serão promessas vãs e, antes pelo contrário sejam alternativas às demagógicas promessas anteriormente não cumpridas.

José Lagiosa

Se na Europeias o que se pode prometer são tentativas de condicionar, e tão só as políticas anteriormente colocadas em prática, pois não dependem só dos votos dos portugueses mas de todos os cidadãos europeus, já nas legislativas os destinos das políticas nacionais, estão inteiramente nas mãos dos portugueses.
Aqui é necessário referir que a correlação das forças partidárias, logo dos votos dos portugueses está alterada em relação ao passado, já que com a deselegância política do PSD e a deriva demagógica e programática de uma “geringonça” que não é carne nem peixe, se colocam novas alternativas, entre as quais, a mais sólida e consistente, é a “oferta” de uma Aliança liderada por um homem que todos os portugueses conhecem, Pedro Santana Lopes.
Dir-me-ão que Pedro Santana Lopes apresenta defeitos e não será porventura uma solução de futuro. Pois bem, então, que dizer de tantos dos que hoje nos governam, apoiados por forças políticas, outrora antagónicas da democracia, como a história demonstra?
O futuro não se faz do passado, faz-se do futuro e a Aliança, é seguramente, uma pedrada no charco, capaz de encontrar um rumo para o país, no qual os portugueses se revejam.
Pedro Santana Lopes é um homem que não se resigna ao “ deixa andar” e após anos de fidelidade ao seu partido de origem deu um murro na mesa e disse BASTA!
Basta de hipocrisia, basta de demagogia, basta de mentira!
Portugal e os portugueses têm de enfrentar o futuro, qual touro enfurecido, e enfrentá-lo com coragem, sem dogmas e com os olhos colocados no desenvolvimento do país e da Europa, sem o qual os portugueses não poderão almejar um destino mais próspero e feliz.
Posso estar redondamente enganado, mas estou convicto que o caminho passa por aqui.
O primeiro sinal terá de ser dado em maio nas europeias. A consolidação a 6 de outubro do próximo ano, nas eleições legislativas.
Pela minha parte, depois de 41 anos de militância no PS e de três anos de deriva política, em que fui candidato, em Castelo Branco, pelo PDR, assumo na plenitude da minha condição de cidadão, o apoio a Pedro Santana Lopes e ao recém criado partido ALIANÇA, para o qual contribuí no processo de legalização junto do Tribunal Constitucional e no qual acabo de me inscrever como militante nº 357.
Sei de antemão que irei ser fortemente criticado pelos meus anteriores correligionários, mas como costumo dizer, um dos mais elementares direitos cívicos e democráticos, é o direito à mudança.
Pois eu mudei, custe o custar, a quem não gostar! Pela Liberdade e pela Democracia.

*José Lagiosa, diretor do beiranews.pt

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