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BeiraNews | Julho 12, 2020

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“Passaporte Idanha” cria rede de visitação e inova na promoção turística

“Passaporte Idanha” cria rede de visitação e inova na promoção turística
José Lagiosa

Projeto promove a visitação de 6 locais no concelho de Idanha-a-Nova

A partir de janeiro de 2019, o projeto Passaporte Idanha-a-Nova vai promover a visitação de seis espaços deste concelho classificado pela UNESCO, através da implementação de um roteiro turístico inovador.

O projeto é uma parceria entre a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e o operador turístico Grupo Gala e vai permitir visitar, por um valor de 10 euros, uma rede de seis espaços turísticos e museológicos: o Centro Cultural Raiano (Idanha-a-Nova); o Castelo de Monsanto; o Parque Icnológico de Penha Garcia e o Museu S. Pedro de Alcântara; o Complexo Monumental de Idanha-a-Velha; o Núcleo dos Lagares de Azeite (Proença-a-Velha); e o Centro de Interpretação da Biodiversidade (Segura).

“O que queremos é dar a conhecer o nosso Passaporte Idanha-a-Nova, sobretudo no mercado ibérico, num universo de 10 milhões de visitantes, numa rede que o Grupo Gala tem em Portugal e em Espanha”, adianta Armindo Jacinto, presidente da Câmara de Idanha-a-Nova.

Na apresentação pública do projeto, Armindo Jacinto explicou que Idanha-a-Nova vai “entrar numa rede de visitação onde poderá promover o seu território através do Passaporte Idanha que é, no fundo, um bilhete de entrada em seis locais deste concelho”.

O autarca referiu que o objetivo é “divulgar um património natural e histórico-cultural que ao longo dos anos fomos trabalhando, em ligação com os empresários locais, para que os visitantes passem a ser turistas e a gerar mais riqueza e emprego no território”.

O Passaporte Idanha consiste num livro que inclui bilhetes e um roteiro turístico, o qual dá acesso a “QR Codes” que permitem ao turista uma visitação mais informada e enriquecida por apontamentos que vão desde receitas gastronómicas à agenda de eventos do concelho.

Em representação do Grupo Gala, Miguel Martins disse que “mais do que um projeto turístico, este é um desafio que vai ao encontro da sustentabilidade turística dos territórios, aproveitando âncoras turísticas para a criação de mais riqueza nas economias locais”.

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