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Vai ser criada a Rota Eugénio de Andrade

100 POETAS IBÉRICOS CELEBRARAM EUGÉNIO DE ANDRADE

Foi lançada na Povoa de Atalaia, aldeia natal de Eugénio de Andrade, assinalando o seu 96 aniversário, a antologia ”O SOL É SECRETO poetas celebram Eugénio de Andrade” que reúne mais de uma centena de criadores em todas as línguas Peninsulares, incluindo o Esperanto.

Organizada por Carlos d’Abreu, Luís Maçarico e Pedro Miguel Salvado, a obra pretende para além da evocação de Eugénio de Andrade contribuir para a difusão da “Casa da Poesia” criada na Póvoa da Atalaia, espaço de afirmação literária.

Para Alcina Cerdeira, vereadora da Cultura da Câmara Municipal do Fundão, “a obra de Eugénio de Andrade tem uma amplidão universal é uma das grandes referências da história da literatura portuguesa. A abertura, na Póvoa de Atalaia, terra natal de Eugénio, em 2017, da Casa da Poesia quer agregar a este espaço das primeiras letras – a escola primária- à criação do seu conterrâneo mais notável. Mas queremos que seja um sítio associado a uma paisagem de Castelo Branco a Valverde del Fresno, passando por Monfortinho, que divulgue a obra e estabeleça um cruzamento deste território com poetas atuais. A casa irá comemorar sempre Eugénio de Andrade mas será um centro dinamizador da nova Poesia sem fronteiras”.

“O Sol é Secreto” reúne poemas de Adelaide Monteiro, Afonso Dorido, Aída Acosta, Alfonso aires, Antunes Diniz, Alfredo Ferreiro Salgueiro, Alfredo Pérez Alencart, Álvaro Leonardo Teixeira, Álvaro Valverde, Ánchel Conte, António Orihuela, António Valén, António Lourenço Marques, António de Oliveira Lopes, António Salvado, António Vilhena, Aroa Algaba Granero, Augusto Pedregoso, Aurelino Costa, Betty Blue, Carlos duarte i Montserrat, Carlos d’abreu, Carlos Aganzo, Carlos Lopes Pires, Catarina Pulguinhas Gaspar, Cláudio Lima, Cristina Pombinho, Daniel de Sousa, Domingos da Mota, Eduardo Aroso, Eduardo Olímpio, Elena Díaz Santana, Elena Roble Ledo, Emilio Rivas Calvo, Enrique Villagrasa , Eugenia Sanmartín, Fernando Díaz San Miguel, Fernando Duarte, Fernando Fitas, Flávio Gil, Francisco José Lopes, Gabriela Rocha Martins, Gisela Gracias Ramos Rosa, Gonçalo Neves, Helena Villar Janeiro, Hugo Milhanas Machado, Ilia Galán. Isabel Cristina Pires, Izidro Alves, Jesús Fonseca, João Rasteiro, Joaquim Colôa, Jorge Camacho Cordón, Jorge da Cunha, Jorge Souto, José Amador Martín, José António Santano, José Dias Pires, José d´Encarnação, José Gema, José María Muñoz Quirós, José Miguel Santolaya Silva, José Queiroga, Josep Mata-Perelló, Judite Fernandes Leire Bilbao, Leocádia Regalo, Liven dek, luis Enrique de la Villa Gil luis llorente, Luis Miguel Gómez Garrido, Luís Ferreira, Luís Filipe Maçarico, Luís Filipe Pereira, Manuel Barata, Manuel Costa Alves, Manuel Vaz, Manuela Florêncio, Manuela Rosa, Manuela Augusta Silva, Maria Bispo, Maria Conceição Baleizão, Maria do Sameiro Barroso, Maria José Balancho, María Ángeles Pérez López, Markel Hernández Pérez, Martinho marques, Miguel Fernández, Miguel nascimento, Miguel Rego, miguel António Aveiro, de sousa santos, Montserrat Villar González Paula Silva, Rafael Soler, Raúl Vacas, Rodrigo Dias, Stefania, di Leo, Suso Moinhos, Tomás Acosta Píriz, Vero Ramírez buigues, Víctor m. Díez, Xan do val karlotti, Xesús Rábade Paredes, Zulmira Bento, Zetho Cunha Gonçalves.

Eugénio de Andrade

Castelo Branco na Rota Eugénio de Andrade

Também essa apreensão regional de parte da obra de Eugénio Andrade é defendida por Pedro Salvado, coorganizador da antologia, director do Museu do Fundão e criador com o designer Hugo Domingues da Rota Eugénio de Andrade:« Urge essa “domesticação regional” do grande Eugénio.

A Rota Eugeniana da Beira está estabelecida e será em breve a apresentada aos municípios que gostaríamos que fossem envolvidos nela.

Castelo Branco será um dos polos fundamentais desse itinerário. A Sociedade de Amigos do Museu, com a colaboração da Câmara Municipal, fez já uma exposição com os retratos que Eugénio doou ao Museu da cidade onde viveu.

Também mandou colocar o poema que fez sobre esse monumento botânico do século XVIII que é a figueira do Museu.

Falta instalar o poema Castelo Branco de Eugénio na rua dos Chões, junto da casa onde o Eugénio viveu e plantar frésias pela cidade. “CASTELO BRANCO Com o sopro da manhã e o aroma das frésias eu sonhava longamente”.

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