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Exposição de Rui Horta Pereira inaugura, dia 22, no Centro Cultural de Cascais

Mapa Luga, uma lacuna

O Centro Cultural de Cascais acolhe a obra recente de Rui Horta Pereira Mapa Luga, uma lacuna, exposição inédita de desenho e instalação que reafirma a constante investigação artística e criativa a que o artista plástico se tem dedicado.

Com texto de Luísa Soares de Oliveira e organização da Fundação D. Luís I e da Câmara Municipal de Cascais, esta exposição que se realiza no âmbito da programação do Bairro dos Museus, está patente ao público entre 22 de fevereiro e 20 de abril.

Criadas de raiz para esta exposição, as peças de Rui Horta Pereira espelham a inquietude como marca do seu trabalho.

“É a substância dinâmica que convoca permanentemente outras disciplinas como a escultura, a animação ou a fotografia, se aproxima de preocupações e causas ambientais e sociais, ou se traduz numa partilha de saber, em oficinas, ateliês ou visitas. A produção artística deve ser uma aferição e uma afirmação da diversidade e multiplicidade do mundo. O meu trabalho é constituído por um conjunto de hipóteses que procuram confirmar e enquadrar esta convicção”, esclarece o artista plástico.


Luísa Soares de Oliveira, no texto introdutório destaca que “Os desenhos de Rui Horta Pereira nunca são apenas desenhos, e isto apenas levando em consideração os seus aspetos formais. Dobram-se e, ao dobrarem-se, provocam ilusões de tridimensionalidade no espaço que nos envolve, citando longínquos sólidos geométricos ou maquetes de fantasiosas arquiteturas imaginadas. Dispõem-se no chão, obrigando-nos a observá-los no plano horizontal que, na sala de exposição, é o lugar da forma escultórica”.


#04, Sem titulo, guache e aguarela sobre papel 29,7x21cm, 2019


Rui Horta Pereira, nascido em Évora (1975) e formado em escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, realizou diversas mostras individuais e participou em inúmeras coletivas, estando representado em várias coleções particulares e públicas, em Portugal e no estrangeiro, como é caso da Coleção DA Biblioteca de Arte Fundação Calouste Gulbenkian, da DGArtes, da Fundação Carmona e Costa, da Coleção Regina Pinho (Brasil) ou da Colección Art Fairs SL (Espanha).

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