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BeiraNews | Fevereiro 17, 2019

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Aliança/Congresso: Santana “foge” de fazer listas, mas quis representar todas as regiões

Aliança/Congresso: Santana “foge” de fazer listas, mas quis representar todas as regiões
José Lagiosa

O líder da Aliança, Pedro Santana Lopes, considerou hoje que “é sempre difícil” fazer listas, tarefa da qual foge “como o diabo da cruz”, mas salientou estarem representadas todas as regiões do país na sua proposta.

O líder da Aliança, Pedro Santana Lopes, considerou hoje que “é sempre difícil” fazer listas, tarefa da qual foge “como o diabo da cruz”, mas salientou estarem representadas todas as regiões do país na sua proposta.

“É de longe a melhor lista” para o partido, afirmou Pedro Santana Lopes, à chegada ao congresso, antes de votar, quando questionado pelos jornalistas sobre a sua lista aos órgãos da Aliança, a única que esteve em votação.

Quase “em cima” da hora do fecho da votação, prevista para as 11:00, o líder da Aliança chegou à Arena d’Évora, onde os delegados ao congresso votavam na lista “A” desde as 09:00. “Refugiou-se” dos “olhares” dos jornalistas e, às 10:58, depositou os seus votos numa das urnas.

“Eu odeio fazer listas, eu fujo como o diabo da cruz de fazer listas, há sempre injustiças”, confessou aos jornalistas, logo a seguir a votar, frisando: “É sempre difícil, há sempre quem fique aborrecido”.

Mas, segundo o líder da Aliança, na lista que apresentou aos órgãos nacionais do partido que fundou “respeitou-se o princípio, que aliás está nos estatutos, da representação de todas as regiões do país”.

“No Senado há 30 eleitos e dois por cada distrito e três por cada região autónoma. Na Direção Política Nacional há dois por cada região plano, além do presidente e dos vice-presidentes e do diretor executivo”, exemplificou.

Segundo Santana Lopes, “isto é inédito, com franqueza”, mas, à semelhança do sistema norte-americano, em que “cada estado federado tem dois representantes independentemente do número da população”, esta solução “permite assegurar a participação das zonas mais desprotegidas” do país nos “centros de decisão” da Aliança.

Nas suas declarações aos jornalistas, Santana Lopes frisou também que procurou “assegurar a chamada intergeracionalidade” no partido e apelou a “uma maior participação das mulheres na vida política”.

Além disso, deixou um recado para os jovens: “A Aliança agora vai começar a trabalhar na sua academia, na Aliança Jovem, muito virada para a formação, mas abrindo as portas aos jovens”.

*Lusa / Foto: ANTÓNIO COTRIM

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