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BeiraNews | Agosto 17, 2019

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A23 EDIÇÕES lança segundo volume do livro “As Estranhas e Fantásticas Histórias de Jolon”

A23 EDIÇÕES lança segundo volume do livro “As Estranhas e Fantásticas Histórias de Jolon”
José Lagiosa

O Salão Nobre da Câmara Municipal de Penamacor, é o palco escolhido para a apresentação, no dia 20 de abril, às 16 horas, do segundo volume do  livro “As Estranhas e fantásticas histórias de Jolon”.

O livro será apresentado pelo director do Jornal do Fundão Nuno Francisco. “As Estranhas e Fantásticas Histórias de Jolon”, do jornalista e contador de estórias José Lopes Nunes, Volume II, é editado pela A23 EDIÇÕES e reúne uma antologia de textos publicados na imprensa regional.

São 45 anos de histórias recolhidas nas freguesias do concelho de Penamacor, mas também noutros concelhos da região: tradições, profissões em vias de extinção e histórias fantásticas que povoam a paisagem humana da raia.

O livro é um memorial a todos os personagens reais que Jolon entrevistou ao longo das últimas décadas.

No prefácio, António José Seguro escreve:

O  Jolon não pára! Por essa razão, aqui temos o segundo volume de “As estranhas e fantásticas histórias de Jolon”. Na verdade, o Jolon nunca parou de escrever, de fotografar e de nos contar as suas histórias, as nossas histórias. As histórias da nossa terra e das nossas gentes.
Não me recordo de uma conversa ocasional ou de um convívio de amigos, onde o Jolon estivesse presente e não tivesse dito: “Já conhecem esta….” e, ato contínuo, contava a tal  estória, a que se seguia outra e mais outra, num delicioso encadeamento de palavras vivas que nos aqueciam a alma.
A  ousadia de as passar a escrito, de as perpetuar e a vontade de manter vivas as pessoas que lhe contaram as histórias na primeira pessoa são razões maiores da sua persistência em escrever. E nós estamos-lhe gratos, pelos testemunhos que connosco, partilha.
Já tantos disseram, acertadamente, que não há futuro sem memória. Pois, aqui está mais um contributo do Jolon para a nossa memória, enfrentando os mantos de silêncio e dos esquecimentos que persistem em pairar sobre nós, em tempos onde os funerais vencem os nascimentos.
Resistir através das estórias, avançar pelas palavras. Foi assim que conheci o Jolon, já lá vão mais de quarenta anos. Permanece igual. Regista tudo. As suas histórias deslizam no guião das vidas reais, onde rostos e nomes se reencontram, com tempo para os saborearmos e recordarmos.
Aqui estão mais histórias do Jolon, um autêntico álbum de retratos vivos que também são parte das nossas memórias pessoais e coletivas”.

Foto: Pires Isau

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