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Percurso da Grande Rota da Cortiçada testada pelo vice-presidente da autarquia de Proença

Com o objetivo de testar a marcação da Grande Rota da Cortiçada, o vice-presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova decidiu caminhar os 135 quilómetros que compõem a GR39, dividindo-os em seis etapas, entre os dias 27 de maio e 1 de junho.

“Acredito que a melhor forma de avaliar o potencial de um projeto / ideia / equipamento é testá-lo criando vários ensaios reais ou muito próximos da realidade; desta forma, e após a conclusão da marcação da Grande Rota 39, propus-me testar este projeto de um elevado potencial turístico no nosso concelho, avaliando e registando o que tem de melhor e o que poderá ser aperfeiçoado ao longo do percurso”, escreveu João Manso na sua página pessoal do Facebook, convidando quem quisesse a acompanhá-lo na experiência.

O Município irá agora implementar alterações para valorizar a Grande Rota da Cortiçada depois de terem sido identificadas várias situações a regularizar com urgência.

“Umas dizem respeito à falta de sinalética, o que poderá induzir o caminheiro em erro, que são facilmente ultrapassáveis, e outras estão relacionadas com a alteração do percurso em duas das etapas da Grande Rota, com a construção de locais de repouso e com a colocação de placas de final e início de etapa com a respetiva informação, trabalhos que só ficarão concluídos no final do ano, tendo em conta a limitação de uso de máquinas nas zonas florestais durante o verão”, contextualiza João Manso.

“Estas alterações não impedirão a realização da Grande Rota da Cortiçada que, temporariamente nestes meses de verão, terá a etapa três mais curta”.

Para além da componente de análise da GR39, o vice-presidente da autarquia faz um balanço muito positivo desta iniciativa.

“Para um recém caminheiro como eu, esta experiência revelou-se uma descoberta de locais, emoções e capacidades, nomeadamente as físicas. É, de facto, muito interessante o percurso que, ao longo das suas etapas, nos vai proporcionando paisagens e locais fantásticos, dificuldades que testam a nossa preparação física, emoções de passarmos por zonas ardidas onde observamos a força da natureza em renascer, sons – e por isso não aconselho o uso de auriculares. Se a Grande Rota for feita nos meses mais quentes que seja nos períodos mais frescos e em grupos não superiores a dez caminheiros. Comparo as sete etapas à subida de umas escadas por uma criança, onde todos os dias nos sentimos realizados pela conquista de mais um degrau até chegarmos ao topo”.

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