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Empresa Classic Belmonte Shoes com salários em atraso

 A empresa Classic Belmonte

 A empresa Classic Belmonte Shoes, Unipessoal Lda., está com salários em atraso, segundo nota enviada à nossa redacção pelo Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Baixa.

Esta empresa começou a laborar no concelho em Agosto de 2015 tendo a mesma sido apoiada pelos fundos comunitários do Portugal 2020 e pela autarquia.

Desde outubro de 2018 que as trabalhadoras da empresa de calçado no parque industrial de Belmonte têm recebido os vencimentos com atraso, tendo nos últimos meses esta situação se agravado nos prazos.

As trabalhadoras têm feito todos os esforços para que a empresa ultrapasse as dificuldades nomeadamente horas extraordinárias para que se terminem as encomendas atempadamente.

Classic Belmonte Shoes, Unipessoal Lda. (maquete)

“Ainda assim, chegaram ao final do mês de Junho sem ter recebido o vencimento de Maio”, denuncia o sindicato na mesma nota.

A empresa tinha-se comprometido a efectuar o pagamento do mês de Maio até ao final da semana que passou (dia 5 de Julho) o que não sucedeu e, não deu qualquer satisfação aos trabalhadores.

No trabalho permanente que o Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil realiza nas empresas e em reunião com estas trabalhadoras as mesmas decidiram a emissão de um pré-aviso de greve que dava à empresa a possibilidade de pagar até ao dia 8 de Julho, sendo que “deste pré-aviso foi dado conhecimento à autarquia de Belmonte e à ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho)”, afirma o sindicato,.

No dia de hoje (9 de Julho) entre as 7H30 e as 8H00 “realizamos mais uma reunião para as trabalhadoras decidirem se entravam ou não em greve, tendo a maioria dos trabalhadores decidirem efectivar a mesma”.

“Em conjunto com os trabalhadores realizamos uma deslocação à Câmara de Belmonte por forma a darmos mais uma vez conhecimento à autarquia das dificuldades que estes trabalhadores estão a passar”, afirma o sindicato.

Não estando o presidente presente, foi estabelecido contacto telefónico com ele, tendo-se comprometido a tentar efectuar contactos junto da empresa e a promover uma reunião entre a empresa, o sindicato têxtil, os trabalhadores e a autarquia.

As trabalhadoras estão confrontadas com grandes dificuldades estando a caminhar para o 3 mês sem salário.

Assim, decidiram proceder à suspensão dos contratos de trabalho.

Estes trabalhadores mesmo que se efetive a suspensão dos contratos ficam vinculados à empresa estando assim nas mãos da mesma a viabilidade desta, bastando efectuar o pagamento dos salários em divida e de imediato estes trabalhadores não efectivam a suspensão ou caso já se encontrem em suspensão de imediato voltam aos seus postos de trabalho

, Unipessoal Lda., está com salários em atraso, segundo nota enviada à nossa redacção pelo Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil da Beira Baixa.

Esta empresa começou a laborar no concelho em Agosto de 2015 tendo a mesma sido apoiada pelos fundos comunitários do Portugal 2020 e pela autarquia.

Desde outubro de 2018 que as trabalhadoras da empresa de calçado no parque industrial de Belmonte têm recebido os vencimentos com atraso, tendo nos últimos meses esta situação se agravado nos prazos.

As trabalhadoras têm feito todos os esforços para que a empresa ultrapasse as dificuldades nomeadamente horas extraordinárias para que se terminem as encomendas atempadamente.

“Ainda assim, chegaram ao final do mês de Junho sem ter recebido o vencimento de Maio”, denuncia o sindicato na mesma nota.

A empresa tinha-se comprometido a efectuar o pagamento do mês de Maio até ao final da semana que passou (dia 5 de Julho) o que não sucedeu e, não deu qualquer satisfação aos trabalhadores.

No trabalho permanente que o Sindicato dos Trabalhadores do Sector Têxtil realiza nas empresas e em reunião com estas trabalhadoras as mesmas decidiram a emissão de um pré-aviso de greve que dava à empresa a possibilidade de pagar até ao dia 8 de Julho, sendo que “deste pré-aviso foi dado conhecimento à autarquia de Belmonte e à ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho)”, afirma o sindicato,.

No dia de hoje (9 de Julho) entre as 7H30 e as 8H00 “realizamos mais uma reunião para as trabalhadoras decidirem se entravam ou não em greve, tendo a maioria dos trabalhadores decidirem efectivar a mesma”.

“Em conjunto com os trabalhadores realizamos uma deslocação à Câmara de Belmonte por forma a darmos mais uma vez conhecimento à autarquia das dificuldades que estes trabalhadores estão a passar”, afirma o sindicato.

Não estando o presidente presente, foi estabelecido contacto telefónico com ele, tendo-se comprometido a tentar efectuar contactos junto da empresa e a promover uma reunião entre a empresa, o sindicato têxtil, os trabalhadores e a autarquia.

As trabalhadoras estão confrontadas com grandes dificuldades estando a caminhar para o 3 mês sem salário.

Assim, decidiram proceder à suspensão dos contratos de trabalho.

“Estes trabalhadores mesmo que se efetive a suspensão dos contratos ficam vinculados à empresa estando assim nas mãos da mesma a viabilidade desta, bastando efectuar o pagamento dos salários em divida e de imediato estes trabalhadores não efectivam a suspensão ou caso já se encontrem em suspensão de imediato voltam aos seus postos de trabalho”, avança o sindicato.

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