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BeiraNews | Agosto 18, 2019

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Salva a Terra celebra a criação artística em prol do Ambiente

Salva a Terra celebra a criação artística em prol do Ambiente
José Lagiosa

Salvaterra do Extremo, concelho de Idanha-a-Nova

Considerado o festival mais ecológico, o Salva a Terra 2019 desvendou um paraíso de arte e criatividade em prol da conservação da natureza, que só poderia ter lugar em Salvaterra do Extremo, em pleno Parque Natural do Tejo Internacional, no concelho de Idanha-a-Nova.

De 27 a 30 de junho, foram inúmeros os festivaleiros que se renderam ao ecossistema criativo de concertos, oficinas, bailes, caminhadas, mergulhos no rio Erges, conversas, cinema e outras atividades que promoveram a essência do ecofestival: a defesa do ambiente e da biodiversidade.

Com efeito, o bienal Salva a Terra é uma causa que gera sinergias.

Muita comunhão com a música e o meio ambiente

A organização é da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova em conjunto com a União das Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo e a Quercus, revertendo todos os lucros para os centros de estudo e recuperação de animais selvagens desta associação.

“É um evento que acontece num território classificado pela UNESCO: o concelho de Idanha-a-Nova, que tem em Salvaterra do Extremo elementos muito expressivos da sua imensa geodiversidade e biodiversidade. Toda essa riqueza é potenciada num festival que promove a criação artística em torno do ambiente, até porque Idanha é Cidade Criativa da Música da UNESCO”, afirma Armindo Jacinto, presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, num balanço muito positivo destes quatro dias “em que todos refletimos sobre o papel que cada um de nós pode ter na melhoria do planeta”.

Em sintonia com as preocupações ambientais do Salva a Terra, a organização apostou numa restauração 100% biológica e maioritariamente de origem local, até por Idanha ser a primeiro Bio Região em Portugal.

A causa promove ainda os circuitos curtos de comercialização, a economia circular e a redução do uso de plástico.

A aldeia de Salvaterra do Extremo, essa já abraçou o conceito do ecofestival que teve este ano a sua quinta edição.

O presidente da União de Freguesias de Monfortinho e Salvaterra do Extremo, Paulo Lopes, garante que o evento está cada vez melhor.

Um paraíso de arte e criatividade em prol da conservação da natureza

“Se a escolha por realizar o festival nesta aldeia tem raiz no seu nome, a verdade é que nós – habitantes de Salvaterra do Extremo – já interiorizámos o espirito do Salva a Terra e temos o prazer de chegar a cada vez mais pessoas com a nossa mensagem de consciencialização ambiental”, afirma.

Uma mensagem que este ano passou certamente, pois, durante quatro dias o Salva a Terra revelou-se arrojado, solidário e sustentável.

Foram noites de muita e boa música, manhãs e tardes de animação para toda a família e um programa de educação ambiental que a todos inspirará na construção de um mundo melhor.

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