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BeiraNews | Novembro 12, 2019

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O Colheita Tardia de Colinas do Douro é o pairing perfeito para o magusto do S. Martinho

O Colheita Tardia de Colinas do Douro é o pairing perfeito para o magusto do S. Martinho
José Lagiosa

Este Late Harvest é um dos vários vinhos desta quinta produtora do Douro Superior, que conta com uma diversidade e qualidade assinaláveis

São Martinho é tempo de castanhas assadas e jeropiga, tradicionalmente – mas já experimentou uma harmonização com uma Colheita tardia? É provável que fique agradavelmente surpreendido.

O Late Harvest de Colinas do Douro, propriedade vínica do Douro Superior, é um vinho muito harmonioso, com 100% de Chenin Blanc, com menos açúcar do que é comum numa colheita tardia (96 g/litro de açúcar residual).

Douro Superior

Foram apenas engarrafadas 1150 garrafas deste vinho de Colinas do Douro (PVP 16,95€), após fermentação e estágio de 12 meses em barrica de carvalho francês.

Nas notas de prova, mostra um aroma muito vivo, com enfoque na fruta amarela e notas florais.

Mais secundários, encontramos aromas cítricos e minerais, acompanhados de notas tostada e amanteigada do estágio em barrica. Na boca é cheio, amplo e vibrante, com acidez moderada. É o ‘pairing’ perfeito para o seu S. Martinho.

Sobre os vinhos Colinas do Douro

Com um pé na Beira Interior e outro no Douro Superior, os vinhos Colinas do Douro beneficiam da singularidade da sua localização, entre dois “terroirs” únicos.

Situada em cima da transição geológica do granito da Beira para o xisto do Douro, a propriedade de Colinas do Douro tira proveito desse facto com experiências bem-sucedidas no domínio dos vinhos.

Tirando partido desses solos e de estarem à cota de 640 metros, o que se traduz em vinhas de altitude, os vinhos aqui produzidos são marcados por três elementos-chave: elegância, acidez /frescura, e mineralidade.

O resultado, são vinhos complexos e únicos, com potencial de guarda.

Às 7 referências existentes de Colinas do Douro, entre brancos, tintos e uma colheita tardia, somam-se cinco outras referências com uma designação diferente: Quinta da Extrema.

Sendo este o nome de uma das propriedades que compõe a quinta de 450 hectares, é também o dos vinhos mais marcantes do projeto, por melhor traduzir a singularidade do seu terroir.

Além da linha Colinas do Douro, existem ainda duas outras referências que dão corpo à essência do terroir e do que pretendem ser os vinhos Colinas do Douro: Quinta da Extrema.

Quinta da Extrema é única, porque é atravessada pela marcante transição geológica Granito/Xisto, que separa o Planalto Beirão e os primeiros vales da Bacia Hidrográfica do Rio Douro.

Tinto Quinta da Extrema

Aqui, em particular, estão reunidas condições únicas para a produção de vinhos com perfil singular, resultado da junção de três características: Altitude, Exposição Norte e Transição Geológica.

Estes vinhos são marcadamente elegantes, frescos, minerais e com longevidade.

Todos os anos é ainda lançado um monocasta com uma casta estrangeira, que promete surpreender os enófilos.

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