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BeiraNews | Janeiro 17, 2020

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CCCCB recebe exposição “Sonho Europeu: Obras da Coleção Norlinda e José Lima”

CCCCB recebe exposição “Sonho Europeu: Obras da Coleção Norlinda e José Lima”
José Lagiosa

O Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, em colaboração com o Centro de Arte Oliva, de S. João da Madeira, apresenta a exposição “Sonho Europeu: Obras da Coleção Norlinda e José Lima”.

A exposição terá dois momentos: a primeira inaugura a 14 de Dezembro, pelas 17h30, e decorre até 5 de Abril de 2020; a segunda inaugura a 25 de Abril de 2020 e decorre até 5 de Setembro de 2020.

O comissário da exposição é Miguel Amado, director do Centro Irlandês de Gravura Cork Printmakers e colaborador habitual da Coleção Norlinda e José Lima.

“Sonho Europeu” reúne uma seleção de obras da Coleção Norlinda e José Lima, em depósito no Centro de Arte Oliva.

A Coleção Norlinda e José Lima, iniciada na década de 1980, pela mão do empresário José Lima, natural de Águeda e residente em S. João da Madeira, exemplifica as tendências da arte portuguesa e internacional entre o pós-II Guerra Mundial e os nossos dias.

Atualmente, compreende cerca de 1250 obras, realizadas por mais de 250 artistas numa variedade de estilos e técnicas.

A exposição inclui cerca de 100 obras de artistas portugueses e internacionais, nomeadamente de países como a Espanha, a França, a Alemanha e os Estados Unidos da América; regiões como a América do Sul; e continentes como África, particularmente países de expressão portuguesa.

De entre os aristas participantes, destacam-se Anna Moreno; Bindu Mehra; Dan Graham; Elmgreen & Dragset; Leon Golub; Lizette Chirrime; Joaquim Rodrigo; João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira; Karel Appel; Malangatana; Marianne Keating; Rigo 23.

Obra de Karel Appel

Miguel Amado comenta: “idealizei esta apresentação da Coleção Norlinda e José Lima de acordo com os princípios de um museu, tratando-a como a montagem permanente de um acervo. Assim, promove-se não uma exposição que subordina a Coleção Norlinda e José Lima a um ponto de vista único (por exemplo, um tema), mas uma exposição que a revele nas suas múltiplas dimensões, cruzando assuntos, disciplinas, técnicas, formas, cronologias e geografias. Por outro lado, escolhi obras que se reportam ao quotidiano, onde qualquer questão é objeto de estudo por parte dos artistas: da política à crise económica, do regime de produção ao caos urbano, da publicidade ao universo da banda desenhada, do narcisismo ao amor, da violência à morte”.

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