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BeiraNews | Junho 2, 2020

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CDS questiona Governo sobre deslocalização da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova

CDS questiona Governo sobre deslocalização da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova
José Lagiosa

O CDS questiona Governo sobre deslocalização da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova para Castelo Branco.

A deputada do CDS-PP Ana Rita Bessa questiona o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior “se tem conhecimento da decisão tomada pelo IPCB de reduzir o número de escolas que o compõe, sendo que um dos cenários é a deslocalização da ESGIN para Castelo Branco, e se foi informado das razões que estão na base desta reestruturação”, refere o partido em nota de imprensa enviada às redações.

Ana Rita Bessa  questiona ainda se, “sabendo da autonomia de que gozam as instituições de ensino superior, poderá o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – defensor de vagas no interior através de medidas concretas no concurso de acesso – diligenciar junto do IPCB no sentido de encontrar uma solução social e territorialmente justa para os alunos e para os habitantes de Idanha-a-Nova, que veem na escola um polo de desenvolvimento deste concelho do interior”.

Segundo CDS o Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) “aprovou, no passado dia 2 de dezembro, por maioria, uma proposta de reestruturação organizacional em que as atuais seis escolas superiores irão dar origem a apenas quatro novas escolas”.

Acrescentando que com “19 votos a favor, três contra e três abstenções, a proposta apresentada pelo presidente do IPCB abandona o atual figurino que inclui a Escola Superior Agrária, a Escola Superior de Tecnologia, a Escola Superior de Saúde, a Superior de Educação, a Superior de Artes Aplicadas e a Escola Superior de Gestão, esta última com sede em Idanha-a-Nova, e que poderá estar em vias de ser deslocalizada”.

Esta reestruturação “prevê que a Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN) perca a sua sede para Castelo Branco e a deslocação de alguns dos seus cursos também para a capital de distrito”, revelam ainda os centristas.

No dia da tomada desta decisão, “enquanto o Conselho Geral estava reunido no edifício dos serviços centrais do IPCB, em Castelo Branco, mais de uma centena de estudantes da ESGIN, além de autarcas e populares, manifestavam-se a exigir a continuidade da escola no município de Idanha-a-Nova, com autonomia administrativa, científica e pedagógica e com todas as suas competências atuais”, salienta o partido.

O CDS alerta para o facto de “estar em causa a deslocalização de um polo dinamizador no concelho de Idanha-a-Nova, descentralizador de oferta educativa ao nível do ensino superior, sem o qual muitos jovens não conseguiriam prosseguir os estudos por falta de oferta na região”.

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