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Entregue no Parlamento petição pela manutenção da ESGIN em Idanha-a-Nova

Na sala reservada para o efeito, acompanhados pelo presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, foi entregue em mão, no passado dia 17 de fevereiro, ao vice – presidente, deputado António Filipe, em representação do presidente da Assembleia da República, a petição devidamente fundamentada, conjuntamente com as respectivas assinaturas, tendo um dos elementos do Movimento pela Autonomia da ESGIN, em momento próprio, realçado a razão da petição e o descontentamento pela forma indigna como o presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco vem conduzindo o processo de restruturação organizacional do mesmo Instituto.

Acresce referir que, ao acto de entrega, assistiram a deputada do PSD Cláudia André e o líder da Distrital de Castelo Branco, Luís Santos.       

O vice-presidente da Assembleia da República informou a delegação, no final, que irá sendo dado conta dos trâmites evolutivos da análise da petição, até à convocação para a recepção na Assembleia da República.

A petição públicaPela Autonomia e Sede – A ESGIN sempre nossa” foi premiada com a recolha de 5 603 assinaturas de cidadãos, sendo 4949 em papel e 654 online, em tempo que excedeu as expectativas dos promotores e que espelha, sem dúvida, a razão que lhes assiste.

Assembleia da República

Recorde-se que o Movimento pela Autonomia da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova (ESGIN) é um movimento cívico, apartidário e independente, formado quase na totalidade por jovens com idades compreendidas entre os 40 e os 50 anos, cidadãos naturais e residentes, na Vila de Idanha-a-Nova, cujo vínculo tanto os prende e os incita a lutar em defesa do progresso do canto natal raiano.

Este Movimento foi constituído de forma espontânea com o objectivo de lutar com todas as forças pela manutenção da sede e autonomia da ESGIN, por terem tido conhecimento duma proposta de reestruturação organizacional do Instituto Politécnico de Castelo Branco apresentada pelo seu presidente e aprovada pelo respectivo Conselho Geral, em 2 de dezembro do ano passado, que coloca em causa a sua localização e autonomia administrativa, pedagógica e científica da mesma, onde está sediada há 29 anos e é frequentada, no ano lectivo de 2019/2020, graças aos 252 novos alunos, por cerca de 600.

O citado Movimento, “consciente de tamanha e flagrante injustiça, após reflexão em reuniões levadas a efeito”, decidiu avançar, junto do Governo e diferentes Grupos Parlamentares da Assembleia da República, entre outras medidas, por entregar um memorando à Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa com conhecimento ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, em 13 de Dezembro de 2019, bem como com uma petição pública, para discussão com os diferentes grupos parlamentares.

Entrega da Petição pelo Movimento

“Em tempos que tanto se difunde a aposta, na descentralização e na regionalização, há que colocar em evidência que é do conhecimento público que o concelho de Idanha-a-Nova foi classificado como território de baixa densidade, para aplicação de medidas de discriminação positiva e que a ESGIN é um dos principais indutores da economia local, daí que contribui inquestionavelmente para o fortalecimento do empreendedorismo e para a criação de riqueza e emprego, com benefícios nos sectores da restauração, alojamento, comércio, entre outros”, referem os promotores em documento chegado à nossa redação.

Graças ao dinamismo e à vontade férrea de conseguir que a proposta fosse subscrita por 4000 cidadãos, como está previamente estabelecido, os elementos do Movimento, incluindo três jovens mães, não só percorreram, mormente, as ruas da sede do Concelho, mas também as das dezasseis localidades do Concelho, sacrificando o seu tempo de ócio, para que se alcançasse o apoio dos concidadãos e consequentemente subscrevessem a petição pela autonomia e sede da ESGIN, na Vila de Idanha-a-Nova, com oitocentos e dezasseis anos de História do seu povo de que a esmagadora maioriados signatários são descendentes.

Rádio Monsanto

Refira-se ainda, a prestimosa colaboração de dezenas de concidadãos que pediram folhas de papel timbradas para recolherem assinaturas e também a do director da Rádio Clube de Monsanto, Joaquim Manuel da Fonseca, por graciosamente ter divulgado um spot, de hora a hora, incentivando os ouvintes da Rádio Clube de Monsanto a subscreverem a dita petição pública.

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