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BeiraNews | Junho 1, 2020

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Grupo de militantes socialistas em Castelo Branco exige reunião da Comissão Política Concelhia do PS

Grupo de militantes socialistas em Castelo Branco exige reunião da Comissão Política Concelhia do PS
José Lagiosa

Em causa o comunicado emitido pelo Secretariado concelhio do partido de apoio a Luís Correia na questão da perda de mandato

Fernando Raposo, o candidato derrotado nas eleições para a Concelhia do PS em Castelo Branco é o primeiro subscritor de uma carta enviada ao presidente da respetiva Comissão Política, Arnaldo Brás, documento esse onde condenam o facto de a estrutura ter emitido um documento de apoio ao presidente da Câmara Luís Correia, a propósito da perda de mandato decidida pelas três instâncias do Tribunal Administrativo.

Na carta agora divulgada à Comunicação Social pode ler-se “A posição do Secretariado Concelhio de apoiar o desafio de uma decisão do Supremo Tribunal Administrativo, constitucionalmente consagrado como órgão máximo na hierarquia dos Tribunais Administrativos e Fiscais, que sendo legítimo estritamente no plano pessoal do visado, que não de um titular de cargo político, constitui um sério e grave erro político com consequências potencialmente duradouras para o Partido”.

Fernando Raposo

O mesmo documento adianta que “o Secretariado Concelhio é um mero órgão executivo com limitadas competências políticas. É à Comissão Política Concelhia, órgão de definição da estratégia e de coordenação da atividade do Partido a nível municipal, que compete apreciar a situação política do concelho e pronunciar-se sobre a mesma”.

Os subscritores, todos eles, membros da atual Comissão Política concelhia do PS, exigem “em obediência a imperativos de consciência e de defesa dos princípios políticos, morais e éticos que orientam o Partido Socialista, a realização de uma reunião da Comissão Política Concelhia, com caráter de urgência, para debater a atual situação política e as soluções que restaurem a confiança dos albicastrenses nas propostas políticas do PS”.

Ainda no mesmo documento é sugerida uma de duas soluções para a realização da reunião urgente compatível com a época sanitária que se vive, “através de plataforma digital para reuniões remotas, prioritariamente, quer presencialmente em local que permita o necessário distanciamento entre os participantes, como tem vindo a ser prática noutros contextos”.

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