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BeiraNews | Junho 1, 2020

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Luís Correia não é o líder que Castelo Branco merece afirma o CDS

Luís Correia não é o líder que Castelo Branco merece afirma o CDS
José Lagiosa

Em comunicado, a propósito da decisão do Supremo Tribunal Administrativo e da conferência de inprensa de ontem, promovida pelo autarca, o CDS de Castelo Branco afirma que “foram cometidos atos, provados pelo tribunal e nunca negados pelo acusado, que segundo a lei implicam a perda de mandato”.

O documento dos centristas continua afirmando que “não negando os atos cometidos, e sendo estes contra a lei, ao apresentar recursos sucessivos, Luís Correia demonstra estar não contra os atos, que ele diz que não o beneficiaram ou às empresas envolvidas, mas sim estar contra a lei. É caso para dizer “dura lex, sed lex” (a lei é dura, mas é a lei)”.   

“Ter um presidente de câmara em luta quixotesca contra o sistema legal não é só mau para o próprio, é mau para todo o município. À conta deste caso, que parece longe de terminar, Castelo Branco e o seu presidente de câmara tornaram-se piada nacional, como o comprovam as muitas referências em colunas de opinião e espaços de humor televisivos e radiofónicos”, adiantam o CDS.

Finalmente o mesmo documento do CDS afirma que “isto não seria tão mau, se não servisse para tornar o nosso concelho menos atractivo para investimentos sérios para a geração de riqueza e emprego de qualidade”. 

Finalmente os centristas  constatam que “há um outro pormenor, não novo, mas que veio à tona novamente com a conferência de imprensa de ontem. Luís Correia volta a atribuir as culpas do que se passou aos serviços administrativos da autarquia.   Uma das marcas da boa liderança é quando a equipa funciona como um organismo coeso e quando a liderança assume as responsabilidades pelo erro. A lei prevê que em casos destes seja o presidente a perder o seu mandato, pois a lei parte do princípio que a equipa tem um responsável máximo. Neste caso, segundo Luís Correia, parece que ou é a lei que está mal, ou foi a equipa que falhou. O responsável máximo está disposto a ir até ao fim para provar que não o é”. 

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