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Verão no Centro Histórico devolve cultura às ruas da Covilhã

A Câmara Municipal da Covilhã apresentou ontem, em conferência de imprensa, a terceira edição do “Verão no Centro Histórico”.

De 1 de agosto a 12 de setembro, esta iniciativa vai aliar o melhor da nova música nacional ao melhor do património histórico e do teatro.

Todos os sábados, às 21h30, o centro histórico da Covilhã acolhe uma visita guiada encenada pela atriz Joana Poejo, seguida de concertos de projetos musicais de qualidade em locais emblemáticos do “coração” da cidade.

Artistas e público reúnem-se nestes locais, que se transformam por uma noite em palcos de espetáculos musicais.

Nas edições anteriores, o “Verão no Centro Histórico” foi um sucesso, levando noite após noite cada vez mais covilhanenses de todas as idades a sair de casa e a participar massivamente nas noites mais divertidas e culturalmente ricas do verão na cidade.

Este ano, devido à pandemia de covid-19, “tudo terá necessariamente de ser diferente”, tal como revelou Regina Gouveia, Vereadora com o pelouro da Cultura no Município da Covilhã.

Os locais dos espetáculos são o Largo da Infantaria 21 (dias 1, 8 e 15 de agosto) e o Largo 1º de Dezembro, atrás do edifício dos Paços do Concelho (a 22, 29 de agosto, 5 e 12 de setembro) foram escolhidos em função da nova realidade, permitindo o distanciamento social e a colocação de cadeiras espaçadas.

Para assistir aos espetáculos será obrigatório reservar bilhete gratuito através de uma plataforma online, que está a ser preparada, ou através de um contacto telefónico.

Outra das principais adaptações da edição deste ano será o modo como as já famosas visitas guiadas e encenadas por Joana Poejo se vão realizar.

O trajeto da visita será projetado num tela e a atriz fará uma encenação no local, acompanhando as imagens.

A programação musical volta a apostar em projetos de qualidade da nova música portuguesa.

A 1 de agosto sobe ao palco Luís Severo, um dos nomes mais consensuais da escrita de canções na sua geração.

Tem três álbuns editados, tendo o último, “O Sol Voltou”,saído no ano passado.

Luís Severo passou já pelos mais emblemáticos palcos do país e chega agora a vez de a Covilhã conhecer ao vivo o seu talento.

Segue-se a 8 de agosto, Pedro de Tróia, que apesar de jovem, tem já um longo percurso na música portuguesa.

Foi fundador e vocalista dos Capitães da Areia e aventura-se agora numa carreira a solo.

Editou o disco de estreia “Depois Logo Se Vê” em março deste ano, mesmo antes do Estado de Emergência.

O disco foi amplamente elogiado pela imprensa nacional como uma refinada coleção de temas Pop/Rock.

A banda lisboeta Ditch Days apresenta à Covilhã, no dia 15 de agosto, a sua mistura de dream-pop e rock alternativo dos anos 90.

Música solarenga em cenário urbano para encerrar o ciclo de espetáculos no Largo da Infantaria 21.

Já no Largo 1 de Dezembro, atrás da Câmara Municipal, a 22 de agosto, sobe ao palco Afonso Cabral, mais conhecido pelo seu trabalho enquanto vocalista dos YouCan’tWin Charlie Brown.

Uma das vozes indispensáveis da nova vaga da música nacional apresenta-se agora a solo com o muito elogiado álbum “Morada”.

No dia 29 de agosto, estreia-se na Covilhã o projeto musical de João Correia, Tape Junk em duo com um dos melhores guitarristas portugueses: FrankieChavez.

Será possível ouvir Folk/Rock com influências de bandas como Rolling Stones, Velvet Underground e Pavement, numa das propostas musicais mais interessantes da atualidade.

A 5 de setembro chega a vez da “prata da casa“ com Renato e Margarida. Renato Folgado, nome incontornável do panorama musical e cultural da Covilhã, acompanha ao piano a jovem Margarida Geraldes, aluna na Escola de Jazz Luís Villas Boas do Hot Club.

Para encerrar, Flávio Torres & Os Canalhas regressam às atuações na sua cidade natal, após o concerto interrompido pela chuva no ano anterior.

O músico covilhanense promete animação e muito folk,blues e rock.

A Vereadora Regina Gouveia mostrou-se satisfeita com “a realização deste evento que alia história, teatro e música e que já conquistou o seu espaço no panorama cultural da Covilhã. Apesar das dificuldades pelas quais ainda estamos a passar, queremos muito proporcionar eventos culturais de qualidade aos covilhanenses, seguindo todas as regras de segurança”.

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