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Feira de Coleccionismo em Castelo Branco realiza-se a 16 de agosto

A Organização da Feira de Colecionismo, Antiguidades e Velharias de Castelo Branco vem, por este meio, informar que, devido à situação atual de pandemia em virtude do Covid-19, vai realizar-se no próximo dia 16 Agosto (Domingo). 

Devido aos condicionamentos impostos pela Direção-Geral de Saúde para a realização de eventos para o público a feira vai ser realizada no Mercado Municipal (Praça), com o horário das 09H00 às 17H00.

A entrada será junto ao estacionamento subterrâneo, que costuma dar acesso ao mercado nas segundas-feiras e sábados. 

Todos os visitantes terão de respeitar as regras e recomendações emitidas pela DGS: – Desinfetar as mãos ao entrar no recinto da feira;

– O atendimento de clientes está limitado a dois no máximo de cada vez;

– Deve ser mantido uma distância de segurança de 2 metros por pessoa;

– Respeitar o circuito de entrada e saída do recinto para evitar aglomerações;

– Uso obrigatório de máscara.

Todos devem ter em linha de conta estas recomendações, por si, por nós e por todos.

Impõe-se ser responsáveis e cumprir as normas de segurança e de higiene que nsão requeridas.

A Feira mensal de Colecionismo, Antiguidades e Velharias de Castelo Branco retomou a sua atividade no passado mês de junho – há dois meses – após quatro meses de paragem forçada pelo aparecimento da pandemia de Covid-19.

A sua realização só tem sido possível com o apoio logístico da Câmara Municipal de Castelo Branco que nos tem disponibilizado o piso subterrâneo do Mercado Municipal da cidade, uma estrutura que apesar da sua centralidade não consegue reunir a simpatia tanto dos feirantes como dos próprios visitantes/compradores da Feira.

O espaço é mais reduzido, os feirantes têm de fazer um grande esforço mental para poderem arrumar, devidamente, as suas bancas e, parecendo que não, apesar de todas as regras impostas pela DGS, existe uma maior concentração de clientes por banca, facto que numa altura em que todos os cuidados são poucos se torna desnecessário.

As condições do próprio edifício também não ajudam ao conforto dos feirantes e dos visitantes/clientes.

Além do uso obrigatório de uma máscara de proteção, a cobertura do mesmo, por ser transparente torna o local mais abafado, o que é ampliado pelo calor que se tem sentido nos últimos meses.

!”Porque temos recebido muitos contactos tanto da parte dos feirantes, como dos visitantes/compradores, no sentido de podermos voltar a realizar a feira no seu local habitual – a Avenida Nuno Álvares –e porque também é a nossa pretensão com a maior brevidade possível, apelamos ao bom-senso de todos para que esta realidade volte a ser possível”, refere a organização em comunicado.

Os espaços de circulação na Avenida são maiores, os feirantes têm mais espaço para montar as suas bancas e os visitantes/compradores podem circular com maior distanciamento social, desde que cumpram as regras que lhes são impostas, as quais a organização promete cumprir, fazendo um esforço enorme para que tal aconteça.

“Porque sabemos que existem (já) inúmeras feiras congéneres a serem realizadas no nosso país (algumas sem plano de contingência) e estando à porta a realização de duas grandes feiras como são a Feira do Livro de Lisboa e do Porto em espaços abertos, solicitamos, por este meio, às instituições superiores, a realização das nossas pretensões, em total segurança e sem prejudicar a saúde pública”apela a organização.

São dezoito anos de experiência acumulada na realização destas feiras (muitos anos sob a alçada da Juventude Albicastrense) e, por convicção, “porque conhecemos muitos dos feirantes e dos visitantes/compradores da Feira”, garantimos que os mesmos, cientes do período difícil em que vivemos não constituirão nenhum fator de risco que coloque em causa a saúde pública.

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