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Quinta-feira, Setembro 24, 2020
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Distrital da Juventude Popular de Castelo Branco questiona autarquias do distrito

A Distrital da Juventude Popular de Castelo Branco questionou todas as autarquias do distrito, sobre qual o plano que as mesmas têm delineado para o regresso em Setembro às escolas, em concreto naqueles estabelecimentos de ensino onde têm tutela.

Depois de um ano lectivo que termina completamente atípico devido à pandemia de covid19 onde os alunos viram a sua aprendizagem condicionada e mesmo prejudicada, a Juventude Popular Distrital de Castelo Branco quer que os alunos do distrito tenham no próximo ano um começo normal dentro do possível e que no decorrer do mesmo não hajam mais constrangimentos, evitando o encerramento forçado das escolas enviando mais alunos e professores para casa.

“Apesar do desconfinamento e do fim do estado de emergência e mesmo com as medidas de precaução aconselhadas pelo governo e pelas várias entidades responsáveis como é o caso da DGS para que se evitem ao máximo os contágios comunitários, e apesar da já muita informação disponível junto da comunidade, os casos de pessoas infectadas com o vírus covid19 não param de aumentar contando-se com muitos mais do que provavelmente se estaria à espera, vaticinando mesmo uma nova grande vaga a partir de Setembro/Outubro conforme vêm alertando os médicos”, referem os jovens centristas.

“Locais de grande concentração de pessoas são considerados espaços de elevado risco de contaminação fazendo com que haja necessidade de um maior controlo e acompanhamento e de uma maior preocupação por parte das autoridades competentes ao qual as autarquias não deverão ficar de fora das suas responsabilidades, bem antes pelo contrário”, acrescentam.

Da lista de locais de elevado aglomerado e ajuntamento de proximidade na comunidade, encontram-se as escolas e os inúmeros espaços frequentados por todos aqueles que compõem a comunidade escolar.

No caso dos municípios do Distrito de Castelo Branco, “estes tutelam um considerável número de escolas da sua responsabilidade, razão pela qual, a essa responsabilidade relativamente à concretização de medidas que possam mitigar os contágios na comunidade escolar deve ter em conta a elaboração de um plano local direccionado para os estabelecimentos de ensino devendo ao mesmo tempo manter um diálogo e contacto próximo com os pais e encarregados de educação”, referem.

A higiene, a limpeza e a desinfecção, as medidas aconselhadas pela DGS e demais entidades com responsabilidades na área da saúde e da prevenção são neste caso, preceitos a cumprir escrupulosamente, a fim de não só proteger toda a comunidade local como também evitar novas medidas de confinamento que prejudicariam novamente o calendário escolar com a nefastas consequências junto dos alunos ao nível da sua normal aprendizagem como como aconteceu no decorrer do ano lectivo passado.

Os pais e encarregados de educação devem ter por parte das autoridades competentes pela educação dos seus filhos, o Estado e as autarquias, todas as garantias de que os mesmos ficam protegidos no tempo e no espaço em que ficam confinados à sua guarda durante o período escolar.

“Um novo encerrar de escolas terá consequências nefastas não só para os alunos mas também na vida profissional dos seus pais, numa altura em que o país e o mundo não estavam preparados para este embate no que respeita à saúde pública com todas as implicações na vida social e comunitária”, alertam ainda os jovens centristas.

A Juventude Popular Distrital de Castelo Branco, questiona ainda as Câmaras Municipais se os alunos, professores e auxiliares terão à disposição máscaras ou viseiras de protecção individual tal como gel desinfectante, questionando também se serão não necessárias intervenções nas várias infraestruturas e no equipamento escolar tais como nas casas de banho, nos refeitórios e cantinas, nas salas de aula e pavilhões e nas bibliotecas, com o objectivo de estancar possíveis contágios na comunidade escolar, pois quando se trata neste caso de crianças e jovens o cuidado deve ser redobrado.

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